OMG! a vida é boa :D
e o blog acabou \o/
party ?
quarta-feira, 25 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
20:20 2
Felizmente, não é obrigado a olhar para todos os lados. Posso me focar somente em minha Princesa, reviver os breathtaken moments dentro de minha mente e esperar loucamente pelos próximos.
Ó! PS, com que alegria os deuses a agraciaram com sua gentileza, doçura e carisma.
A timidez certamente nos cerca e priva de certos dizeres, but words are meaningless and forgettable.
"Só o teu abraço me leva aos céus n'uma viagem maravilhosa de sonhos e ternura! Não obstante, teu
Ó! PS, com que alegria os deuses a agraciaram com sua gentileza, doçura e carisma.
A timidez certamente nos cerca e priva de certos dizeres, but words are meaningless and forgettable.
"Só o teu abraço me leva aos céus n'uma viagem maravilhosa de sonhos e ternura! Não obstante, teu
domingo, 8 de junho de 2008
Só falta terem levado a bike
Pensa...todo mundo já saiu de casa, mas vc ficou em casa no MSN, teclando com aquela gata, quando se dá por si, já é 1hr da manhã e vc perdeu sua carona pra balada. Mas tudo bem, vc tem sua super bike que nunca te deixa na mão. Só que vc não lembrava do fato que o pneu dianteiro estáva mais vazio do que seu bolso. Sem problemas... não é como se não desse pra andar. O ar é gélido e vc só procura um lugar pra comer, mas infelizmente aquele restaurante baratinho e próximo da sua casa já fechou. Não tem outra saída.. tens que descer 3km até o centrão de bike com pneu +/-.
Você já chorando, então(seus olhos são sensíveis e o ar faz vc lacrimejar), procura desesperadamente um lugar pra deixar a bike, que possui apenas um frágil cadeado curto. Deixa-a em um lugar bastante iluminado e parte pra caça. Pára no primeiro bar com lugar livre e senta. Mas é muito triste ficar sozinho num lugar daqueles. Você pega uma cerveja e sai. Caminha em direção a balada que todos foram e descobre que o lugar é mais longe do lugar onde vc deixou a bike do que vc imaginava. Enfim, vc entra, se serve de drink's diversos, encontra a galera, curte várias músicas boas e tal... Mas já tá chato e vc decide ir embora, 1hr e meia depois que entra. Pega o seu super cartão que já tinha sido utilizado pra pagar a cerveja anteriormente e começa a odiar o fato de que o "sistema está indisponível no momento". Passa-se mais 1hr e meia, você junto com os seguranças, vê todos sairem com suas maravilhosas companhias e pagando suas ínfimas contas com dinheiro vivo. Fica irritado e chama sua mãe para pagar a maldita conta que a porcaria do cartão não passava. Acontece que exatamente no momento em que sua mãe chega, vc que estava tentando a sorte mais uma vez, finalmente vê o papelzinho azul saindo da irritante máquina sem fio. Lá fora vc se recorda que o carro da sua mãe tinha estragado perto do meio dia e que ela veio te buscar de Taxi. Voltando pro spot da bike, a única coisa que não sai da sua mente,
só falta terem levado a bike :x
Você já chorando, então(seus olhos são sensíveis e o ar faz vc lacrimejar), procura desesperadamente um lugar pra deixar a bike, que possui apenas um frágil cadeado curto. Deixa-a em um lugar bastante iluminado e parte pra caça. Pára no primeiro bar com lugar livre e senta. Mas é muito triste ficar sozinho num lugar daqueles. Você pega uma cerveja e sai. Caminha em direção a balada que todos foram e descobre que o lugar é mais longe do lugar onde vc deixou a bike do que vc imaginava. Enfim, vc entra, se serve de drink's diversos, encontra a galera, curte várias músicas boas e tal... Mas já tá chato e vc decide ir embora, 1hr e meia depois que entra. Pega o seu super cartão que já tinha sido utilizado pra pagar a cerveja anteriormente e começa a odiar o fato de que o "sistema está indisponível no momento". Passa-se mais 1hr e meia, você junto com os seguranças, vê todos sairem com suas maravilhosas companhias e pagando suas ínfimas contas com dinheiro vivo. Fica irritado e chama sua mãe para pagar a maldita conta que a porcaria do cartão não passava. Acontece que exatamente no momento em que sua mãe chega, vc que estava tentando a sorte mais uma vez, finalmente vê o papelzinho azul saindo da irritante máquina sem fio. Lá fora vc se recorda que o carro da sua mãe tinha estragado perto do meio dia e que ela veio te buscar de Taxi. Voltando pro spot da bike, a única coisa que não sai da sua mente,
só falta terem levado a bike :x
terça-feira, 3 de junho de 2008
Oi, meu nome é Chico Salvador, tenho 23 anos, moro em Joinville, mas nasci em Paris. N/ão gosto muito de falar de mim, muito menos que me digam minhas verdades. Sou orgulhoso demais para encarar a realidade, mas vou lutar pelo meu mundinho imaginário. Gostaria que todos me conhecessem e me respeitassem, mas nem minha família o faz. Ah! é verdade... ainda não contei-lhes sobre minha família. Tenho um irmão que admiro muito e uma irmã boboca. Finjo não gostar deles, mas sei que preciso deles tanto quanto precisam de mim. Amo minha mãe e meu pai, apesar de odiar o modo como me tratam. Sei que não posso esperar algo diferente, afinal, eles são pais.
Namorei uma garota durante 1 ano e 11 meses (23meses). Éramos perfeitos juntos, nada podia nos separar! Mas o tempo foi passando e a paixão lentamente começou a sumir... a falta de inovações, a imaturidade de ambos... tudo foi se acumulando como uma imensa bola de neve e um dia teve seu ápice. Nunca haviamos berrado um com o outro. Lembro-me do sangue vindo da garganta dela e encharcar-me a face. Felizmente ela não me seguin até em casa. Parou na farmácia. Acabei me deslocando momentaneamente no tempo e espaço e não percebi que andava para o lado. O caminhoneiro também não. O branco do uniforme médico foi tudo o que eu vi, antes de deixar de viver. Agora meus olhos não enxergam mais as cores, afinal, lágrimas são incolores.
Lembrar de sorrir ? pff
Namorei uma garota durante 1 ano e 11 meses (23meses). Éramos perfeitos juntos, nada podia nos separar! Mas o tempo foi passando e a paixão lentamente começou a sumir... a falta de inovações, a imaturidade de ambos... tudo foi se acumulando como uma imensa bola de neve e um dia teve seu ápice. Nunca haviamos berrado um com o outro. Lembro-me do sangue vindo da garganta dela e encharcar-me a face. Felizmente ela não me seguin até em casa. Parou na farmácia. Acabei me deslocando momentaneamente no tempo e espaço e não percebi que andava para o lado. O caminhoneiro também não. O branco do uniforme médico foi tudo o que eu vi, antes de deixar de viver. Agora meus olhos não enxergam mais as cores, afinal, lágrimas são incolores.
Lembrar de sorrir ? pff
sábado, 31 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Longe de casa
Estou sem internet, mas decidi escrever enquanto ainda me lembro das coisas. Achei estranho que não consigo acessar internet aqui, pois normalmente eu conseguia. E não é como se tivéssemos nos mudado e não conseguíssemos mais pegar o mesmo sinal de sempre. O que me traz diversos outros problemas. Ou soluções. Ficar sem internet por um tempo pode ser bom para mim. Já me disseram que sou mais nerd que muitos alunos de cursos com ênfase em informática, e fico pensando se eu não deveria tê-los seguido, já que technologia me excita e gosto de descobrir coisas novas. Minhas classes seriam menos divertidas, todavia. Pois adoro química, também.
O problema em escrever em um computador portátil é que a seta para cima ocupa o lugar original da tecla RShift, portanto eu tenho que usar o LShift quando quero usar caixa alta, já que eu não uso a tecla caps lock, mesmo se vou escrever uma frase ou texto inteiro em caixa alta.
Na contracapa do livro, lemos o seguinte comentário de Oliver Sacks: "Um livro delicioso e brilhante. Mark Haddon mostra grande conhecimento da mente de um autista... Contagiante, plausível e engraçado.". Fiquei feliz em ter lido isso somente após o termino do Apêndice, porque não queria já começar sabendo que Christopher era autista. Fiquei bravo em ter que ler isso porque ele está de fato, na contracapa da 3ª edição do livro. E pessoas não devem começar a ler um livro achando que ele será engraçado quando ele não é. E o termo 'plausível' não se encaixa nesse livro. Plausível significa que algo pode ser levado em consideração, depois de ser avaliado. E isso significa que de alguma forma o livro foi julgado cabível ou não a ser escrito por um autista. No começo eu não imaginava que Christopher fosse tão jovem, e muito menos que Siobhan era sua professora. Também não esperava que fossem haver tantos 'merda' e 'porra', num livro como aquele. Fiquei triste por ele ter que ouvir tudo aquilo, ainda mais sabendo que ele conseguia memorizar tudo o que acontecera com ele desde seus 4 anos. Acabei o livro não sabendo onde ele morava efetivamente (ou aonde se localizava Swindon), mas sabia que era na Grã-Bretanha, porque o livro era catalogado como um Romance Inglês (e autores normalmente escrevem sobre seus próprios países) e porque ele vai de trem até Londres. Voltando à página 131, relembro que o endereço de destino dizia Wiltshire, que deve ser um condado, lá por essas bandas. Aproveitando que estava com o livro em mãos, voltei na minha 4ª parte favorita, no capítulo oitavo (19), sobre os números primos com mais de 100 dígitos que me garantiriam 10 mil dólares, mas não necessariamente; decidi não tentar achar um número desses antes de descobrir alguns já existentes, porque seria muito frustrante se eu gastasse todo o tempo necessário e no final das contas descobrir que ele já é usado pela CIA e eu não pudesse vendê-lo. Pelo menos seria uma senha legal para eu usar nas minhas contas (se por acaso uma delas aceitasse 100 dígitos.). Acabei de descobrir que eu não sei se pontos finais podem existir dentro de parênteses. Também descobri que adoro palavras proparoxítonas. E ontem eu entendi porque o 3º dedo é chamado de anelar. Basta pegar o radical da palavra.
Quanto ao título. - Me sinto novamente frustrado por não ter achado esse livro primeiramente em inglês, no original. O título diz: The curious incident of the dog in the night-time. I know that normally people make versions of the title, not an exactly translation, but anyways... Não gostei do título original.
Quanto à capa. - Descobri que não há nenhuma informação a respeito da ilustração feita, mas ao ler a orelha da contracapa, tomo conhecimento que Mark Haddon ( o autor ) é também ilustrador, e penso que ele gostaria de desenhar a capa do próprio livro. Fico feliz que ele tenha feito a Ilustração porque eu não estava ciente do que era um forcado. A princípio pensei que forcado fosse algo como um enforcador. Ignorando totalmente o fato de que o livro diz que o enforcador atravessava o corpo do cachorro, o que impossibilita minha teoria. Continuando, então. Descubro o que é um forcador, e que se eu tivesse perguntado à minha mãe, ela teria me dito. A mãe é muito inteligente. Percebo que sou muito flexível e influenciável pelos textos que leio.
Quanto à estrutura. - Fico feliz que ele não tenha tantas abobrinhas como livros comuns normalmente tem. Não tem um índice e informações adicionais, e possui um Apêndice muito esclarecedor. O curioso do início do livro é que dizem que esta edição não pode ser vendida em Portugal e no resto da Europa, o que é curioso, porque a Grã-Bretanha fica na Europa ocidental. Eu imagino que eles simplesmente não gostem do Brasil, ou que versões do Rio de Janeiro não sejam bem-vindas. A irmã perguntou por que a ênfase no Portugal. Eu disse que era porque lá eles falavam português. E também em Macau. E também na Angola. E também em Moçambique. Não me lembro de mais nenhum lugar. Posso pesquisar mais, depois.
Quanto ao enredo - me senti seguro durante todo o texto, e o terminei em 1/2 dia não-consecutivo. Gostei das várias coisas que aprendi com o livro e do modo como penso com essa nova porção de conhecimento adquirido. A fome aumentou e quero mais. Não sei se vou continuar lendo Haddon, porque esse foi o primeiro livro dele, e normalmente as melhores fases são as primeiras, assim como Blink 182, Daft Punk, Banana Split, namoros, Dragon Ball e TheOC. Portanto tenho medo de descobrir que ele perdera todo o seu talento.
Devo dizer que odeio Poodles. Odeio por serem os piores cachorros na tabela, e devo acrescentar que senhoras de 7X anos não deveriam ter Poodles como animal de estimação. E sim salamandras e tartarugas. Já os piores gatos para se ter são os sem pêlos, pois se você mantém um gato, é para esquentar os pés ou o colo. E se ele não tem uma grande quantidade de pelos longos. Todo o trabalho será em vão. Ficarás com frio e ainda terás que tocar em algo pelancudo e nojento.
Admiro a coragem de Christopher e ele me fez lembrar um amigo meu que nem ele. Só que mais jovem. Ele também tampa os ouvidos quando quer pensar e geme bastante. Também tenho dúvidas quanto ao conhecimento matemático dele, pois na verdade não sou tão chegado a ele. Toby é um rato de muita sorte, pois viveu bastante e conheceu muitos lugares e nunca teve uma doença que pudesse passar para humanos. Mas então. O texto trás uma história triste que faz sorrir por viver como vivo e pensar nos momentos que desperdicei e como eu realmente não reparo nas coisas. Mas eu já destruí muito do meu cérebro, portanto já sei que não poderei ser tão grande como imaginava ser, mas estou me esforçando bastante, praticando exercícios de fixação e não tomando mais remédios. Comecei a ler o livro ontem, enquanto esperava a mãe voltar do banheiro no aeroporto. Crianças brincavam com os telefones públicos e pessoas andavam de um lado para o outro. Ficamos lá durante muito tempo porque o vôo atrasou em 30 minutos. O Relógio da minha mãe ativou o alarme de metal e ela conseguiu passar tampando-o. Logo depois uma mulher com saia preta ativa novamente o alarme, mas desta vez ele não fica ativo durante o curto tempo de aviso, e ficou constante durante 47 segundos. Sei disso porque eu contei no meu relógio. Quando o alarme parou, todos ficaram felizes e deram suspiros de alívio, alguns ainda berravam de alegria. Conversavam sobre jogos de futebol, os metais que continham no corpo, o atraso do avião e planos para o feriado. Tivemos que esperar um pouco mais que os outros, pois entraríamos pela porta traseira. O número de nossas poltronas, não preciso dizer, pois eles são os números óbvios que alguém como eu pegaria. As letras eram B e C. O homem que sentou do nosso lado (A) fez um sinal com a mão direita em seu peito e ficou parado durante todo o vôo. Eu li mais partes do livro e comi algo de espinafre sem espinafre. A mãe ficou inquieta porque passava mal e porque o avião não conseguia pousar. Ela contou quatro voltas no aeroporto. Eu contei 46 páginas do livro. Tive que parar de ler dentro do carro devido à má iluminação, deixamos nossas coisas no carro e fomos comer galeto e chopp sujinho. Tudo muito bom! Eu gosto de sal! A conta deu 71,27 e todo mundo ficou feliz. Em casa eu consegui ler mais e dormi bem. Sonhei pela 3ª vez sobre uma possível festa de aniversário de 20 anos que eu teria tido. Mas a original ainda é minha versão preferida. No último trecho do meu sonho, minha mãe reclamava do freio dianteiro da minha bicicleta porque ele não funcionava muito bem e ela não conseguia fazer a parada levantando a roda traseira. Foi legal. Eu acordei e fiz xixi. Voltei a ler o livro e a assistir Debi e Lóide. Fiquei surpreso quando descobri quem matou o cachorro, e fiquei triste novamente. Mas fiquei feliz que a mãe estava viva. Acho que era double pack, porque passou CineMagestic, depois. Jim Carrey é meu ator favorito, e eu já assisti mais da metade dos filmes que ele fez. Posso mostrar a lista completa depois, caso eu me lembre. Antes de acabar o segundo filme mudamos para outro canal e assistimos Meu Primeiro Amor. Eu já tinha ligado o notebook e estava jogando Sonic. Eu chorei na parte em que o garoto morre, porque é uma cena triste. E eu sempre choro em cenas tristes. Mesmo fazendo força para não mostrar à mãe e a irmã. Eu nunca mais quero assistir aquele filme.
Saímos de casa 16h15min. Ainda precisávamos almoçar e depois teríamos o resto da tarde para fazermos o que quiséssemos. No plano original, iríamos ao cinema para relaxar e comer pipoca com manteiga. Isso porque são as minhas favoritas. Onde eu moro não tem pipoca com manteiga, então me obrigo a ir ao cinema sempre que venho visitar minha irmã. No shopping tinha muita gente e eu decidi almoçar massa italiana. Não era tão boa quanto à da onde eu moro, mas me satisfez. O cinema estava lotado e acabamos desistindo de ir. Passeamos e procurei um tênis novo como presente atrasado de aniversário. Mas infelizmente o que eu mais gostei não tinha no meu tamanho. Acabei escolhendo outro. Aí fui escolher uma calça térmica, porque não achava em lugar algum. Achei algumas interessantes e as garotas do provador ficaram me olhando. Eu não me importei porque gosto quando pessoas me olham. Escolhi uma preta que parecia azul com linhas brancas. Só que a calça custava 150 reais, e acabei desistindo de comprar aquele tênis. Compramos sorvete e a irmã comprou uma bota. Ela não ficou muito feliz quando descobriu que teria que pagar à vista ou com cheques. Mas acabou comprando. Voltamos à loja de esporte para pegar o tênis e possivelmente comprar blusas para a irmã. Novamente saímos sem ter levado nada. Passeamos na feirinha e fizemos um lanchinho. Locamos Simpsons e rimos bastante. Depois da família amarela assistimos Licença Para Casar, que me fez pensar bastante em todos os relacionamentos que tive e que realmente se eu fosse submetido a tal teste, não teria agüentado com nenhuma das garotas. Muito provavelmente porque eu não sou inteligente para sobreviver a eles. Ou porque elas não valem realmente à pena.
Eu não estou muito feliz porque estou em um lugar onde não posso correr e não há barreiras para eu saltar. Eu gosto de correr. Principalmente quando meus pés não doem. Gosto de meias curtas e de sapatilhas leves. Sinto-me melhor. Mas já que não estou em casa, preciso achar alguma forma de me exercitar, porque eu não gosto de ficar parado. Uma vez eu quebrei o pé, fiquei três meses sem pisar no chão com meu pé direito e minha batata da perna diminuiu muito de tamanho. Fiquei com vergonha. Ela parecia deslocada do corpo. Não combinava com ela e não refletia minha personalidade. Eu me sentia diferente. E como eu gosto de me sentir normal, penso em fazer alguns exercícios pequenos que satisfariam meu ego pelo tempo em que estarei ausente. Penso também que terei que dividir esse post, otherwise vai ficar muito grande e as pessoas não vão querer lê-lo. Mas talvez se as pessoas não quiserem ler algo desse tamanho, talvez eu não queira que elas o leiam, de qualquer forma.
Hoje a gente vai a outro shopping. Esse é menor que o anterior. Tem menos lojas e não possui salas de cinema. A mãe está super feliz porque ela vai a loja favorita dela. Eu não gosto muito de lá, e elas ficam lá dentro muito tempo! Normalmente fico nas lojas próximas ou sentado em uma cadeira tirando fotos. Tomei café preto com Finn e estava muito bom. Isso porque eu não gosto de café com leite. Minha mãe foi tomar banho. Sei disso porque ela me contou. Depois dela sou eu. Eu não tenho problemas em tomar banho na casa das outras pessoas, mas sempre sou desafiado pelo chuveiro e as intensidades dos registros. Eu normalmente tomo banho de água fria, porque ela me faz respirar mais e eu me sinto maior. E eu gosto de respirar. Tanto que se eu tivesse que morrer afogado ou asfixiado eu ficaria bastante triste. Na televisão falaram algo interessante, hoje. Na verdade foi a mãe que falou influenciada por algo que passou na tevê. Ela disse que homens têm mulheres para o sexo e para o casamento. Então eu fiquei feliz. Ela disse que para mulheres são coisas inseparáveis. (...)
Comprei um tênis bem legal pra mim, hoje. E também uma mochila nova e uma camisa. Mas as camisas que vim comprar só vou ver amanhã. Estou bem ansioso! Comi bastante e não quero mais ver doces pela frente. Sinto saudade da minha namorada e de meus amigos. Hoje eu telefonei para ela, mas não pudemos conversar por muito tempo porque custa muito fazer uma ligação. Felizmente, em partes, volto pra casa amanhã, podendo assim matar a saudade de todos.
Aí deixa eu contar uma coisa legal, hoje! Estávamos procurando sei lá qual livro na Saraiva, e um livro me chamou a atenção. Era um livro sobre 1001 álbuns para se ouvir antes de morrer. Fui seco na lista de artistas e adivinhem quem era o primeiro da lista com ‘D’... DAFT PUNK – HOMEWORK! That’s right, folks! O álbum debutante do duo mais famoso da França está na lista! Fiquei muito animado! Procurei por Blink 182, mas não constava na lista... Todavia, encontrei três álbuns do Kraftwerk e um do Fat Boy Slim, na lista. Isso também era legal. Queria ter uma câmera ou um computador lá para ter copiado o texto no livro. O foco era em cima de Guy-Manuel e continha uma foto da época Homework, em que eles usavam máscaras para preservar suas vidas sociais (...)
O problema em escrever em um computador portátil é que a seta para cima ocupa o lugar original da tecla RShift, portanto eu tenho que usar o LShift quando quero usar caixa alta, já que eu não uso a tecla caps lock, mesmo se vou escrever uma frase ou texto inteiro em caixa alta.
Na contracapa do livro, lemos o seguinte comentário de Oliver Sacks: "Um livro delicioso e brilhante. Mark Haddon mostra grande conhecimento da mente de um autista... Contagiante, plausível e engraçado.". Fiquei feliz em ter lido isso somente após o termino do Apêndice, porque não queria já começar sabendo que Christopher era autista. Fiquei bravo em ter que ler isso porque ele está de fato, na contracapa da 3ª edição do livro. E pessoas não devem começar a ler um livro achando que ele será engraçado quando ele não é. E o termo 'plausível' não se encaixa nesse livro. Plausível significa que algo pode ser levado em consideração, depois de ser avaliado. E isso significa que de alguma forma o livro foi julgado cabível ou não a ser escrito por um autista. No começo eu não imaginava que Christopher fosse tão jovem, e muito menos que Siobhan era sua professora. Também não esperava que fossem haver tantos 'merda' e 'porra', num livro como aquele. Fiquei triste por ele ter que ouvir tudo aquilo, ainda mais sabendo que ele conseguia memorizar tudo o que acontecera com ele desde seus 4 anos. Acabei o livro não sabendo onde ele morava efetivamente (ou aonde se localizava Swindon), mas sabia que era na Grã-Bretanha, porque o livro era catalogado como um Romance Inglês (e autores normalmente escrevem sobre seus próprios países) e porque ele vai de trem até Londres. Voltando à página 131, relembro que o endereço de destino dizia Wiltshire, que deve ser um condado, lá por essas bandas. Aproveitando que estava com o livro em mãos, voltei na minha 4ª parte favorita, no capítulo oitavo (19), sobre os números primos com mais de 100 dígitos que me garantiriam 10 mil dólares, mas não necessariamente; decidi não tentar achar um número desses antes de descobrir alguns já existentes, porque seria muito frustrante se eu gastasse todo o tempo necessário e no final das contas descobrir que ele já é usado pela CIA e eu não pudesse vendê-lo. Pelo menos seria uma senha legal para eu usar nas minhas contas (se por acaso uma delas aceitasse 100 dígitos.). Acabei de descobrir que eu não sei se pontos finais podem existir dentro de parênteses. Também descobri que adoro palavras proparoxítonas. E ontem eu entendi porque o 3º dedo é chamado de anelar. Basta pegar o radical da palavra.
Quanto ao título. - Me sinto novamente frustrado por não ter achado esse livro primeiramente em inglês, no original. O título diz: The curious incident of the dog in the night-time. I know that normally people make versions of the title, not an exactly translation, but anyways... Não gostei do título original.
Quanto à capa. - Descobri que não há nenhuma informação a respeito da ilustração feita, mas ao ler a orelha da contracapa, tomo conhecimento que Mark Haddon ( o autor ) é também ilustrador, e penso que ele gostaria de desenhar a capa do próprio livro. Fico feliz que ele tenha feito a Ilustração porque eu não estava ciente do que era um forcado. A princípio pensei que forcado fosse algo como um enforcador. Ignorando totalmente o fato de que o livro diz que o enforcador atravessava o corpo do cachorro, o que impossibilita minha teoria. Continuando, então. Descubro o que é um forcador, e que se eu tivesse perguntado à minha mãe, ela teria me dito. A mãe é muito inteligente. Percebo que sou muito flexível e influenciável pelos textos que leio.
Quanto à estrutura. - Fico feliz que ele não tenha tantas abobrinhas como livros comuns normalmente tem. Não tem um índice e informações adicionais, e possui um Apêndice muito esclarecedor. O curioso do início do livro é que dizem que esta edição não pode ser vendida em Portugal e no resto da Europa, o que é curioso, porque a Grã-Bretanha fica na Europa ocidental. Eu imagino que eles simplesmente não gostem do Brasil, ou que versões do Rio de Janeiro não sejam bem-vindas. A irmã perguntou por que a ênfase no Portugal. Eu disse que era porque lá eles falavam português. E também em Macau. E também na Angola. E também em Moçambique. Não me lembro de mais nenhum lugar. Posso pesquisar mais, depois.
Quanto ao enredo - me senti seguro durante todo o texto, e o terminei em 1/2 dia não-consecutivo. Gostei das várias coisas que aprendi com o livro e do modo como penso com essa nova porção de conhecimento adquirido. A fome aumentou e quero mais. Não sei se vou continuar lendo Haddon, porque esse foi o primeiro livro dele, e normalmente as melhores fases são as primeiras, assim como Blink 182, Daft Punk, Banana Split, namoros, Dragon Ball e TheOC. Portanto tenho medo de descobrir que ele perdera todo o seu talento.
Devo dizer que odeio Poodles. Odeio por serem os piores cachorros na tabela, e devo acrescentar que senhoras de 7X anos não deveriam ter Poodles como animal de estimação. E sim salamandras e tartarugas. Já os piores gatos para se ter são os sem pêlos, pois se você mantém um gato, é para esquentar os pés ou o colo. E se ele não tem uma grande quantidade de pelos longos. Todo o trabalho será em vão. Ficarás com frio e ainda terás que tocar em algo pelancudo e nojento.
Admiro a coragem de Christopher e ele me fez lembrar um amigo meu que nem ele. Só que mais jovem. Ele também tampa os ouvidos quando quer pensar e geme bastante. Também tenho dúvidas quanto ao conhecimento matemático dele, pois na verdade não sou tão chegado a ele. Toby é um rato de muita sorte, pois viveu bastante e conheceu muitos lugares e nunca teve uma doença que pudesse passar para humanos. Mas então. O texto trás uma história triste que faz sorrir por viver como vivo e pensar nos momentos que desperdicei e como eu realmente não reparo nas coisas. Mas eu já destruí muito do meu cérebro, portanto já sei que não poderei ser tão grande como imaginava ser, mas estou me esforçando bastante, praticando exercícios de fixação e não tomando mais remédios. Comecei a ler o livro ontem, enquanto esperava a mãe voltar do banheiro no aeroporto. Crianças brincavam com os telefones públicos e pessoas andavam de um lado para o outro. Ficamos lá durante muito tempo porque o vôo atrasou em 30 minutos. O Relógio da minha mãe ativou o alarme de metal e ela conseguiu passar tampando-o. Logo depois uma mulher com saia preta ativa novamente o alarme, mas desta vez ele não fica ativo durante o curto tempo de aviso, e ficou constante durante 47 segundos. Sei disso porque eu contei no meu relógio. Quando o alarme parou, todos ficaram felizes e deram suspiros de alívio, alguns ainda berravam de alegria. Conversavam sobre jogos de futebol, os metais que continham no corpo, o atraso do avião e planos para o feriado. Tivemos que esperar um pouco mais que os outros, pois entraríamos pela porta traseira. O número de nossas poltronas, não preciso dizer, pois eles são os números óbvios que alguém como eu pegaria. As letras eram B e C. O homem que sentou do nosso lado (A) fez um sinal com a mão direita em seu peito e ficou parado durante todo o vôo. Eu li mais partes do livro e comi algo de espinafre sem espinafre. A mãe ficou inquieta porque passava mal e porque o avião não conseguia pousar. Ela contou quatro voltas no aeroporto. Eu contei 46 páginas do livro. Tive que parar de ler dentro do carro devido à má iluminação, deixamos nossas coisas no carro e fomos comer galeto e chopp sujinho. Tudo muito bom! Eu gosto de sal! A conta deu 71,27 e todo mundo ficou feliz. Em casa eu consegui ler mais e dormi bem. Sonhei pela 3ª vez sobre uma possível festa de aniversário de 20 anos que eu teria tido. Mas a original ainda é minha versão preferida. No último trecho do meu sonho, minha mãe reclamava do freio dianteiro da minha bicicleta porque ele não funcionava muito bem e ela não conseguia fazer a parada levantando a roda traseira. Foi legal. Eu acordei e fiz xixi. Voltei a ler o livro e a assistir Debi e Lóide. Fiquei surpreso quando descobri quem matou o cachorro, e fiquei triste novamente. Mas fiquei feliz que a mãe estava viva. Acho que era double pack, porque passou CineMagestic, depois. Jim Carrey é meu ator favorito, e eu já assisti mais da metade dos filmes que ele fez. Posso mostrar a lista completa depois, caso eu me lembre. Antes de acabar o segundo filme mudamos para outro canal e assistimos Meu Primeiro Amor. Eu já tinha ligado o notebook e estava jogando Sonic. Eu chorei na parte em que o garoto morre, porque é uma cena triste. E eu sempre choro em cenas tristes. Mesmo fazendo força para não mostrar à mãe e a irmã. Eu nunca mais quero assistir aquele filme.
Saímos de casa 16h15min. Ainda precisávamos almoçar e depois teríamos o resto da tarde para fazermos o que quiséssemos. No plano original, iríamos ao cinema para relaxar e comer pipoca com manteiga. Isso porque são as minhas favoritas. Onde eu moro não tem pipoca com manteiga, então me obrigo a ir ao cinema sempre que venho visitar minha irmã. No shopping tinha muita gente e eu decidi almoçar massa italiana. Não era tão boa quanto à da onde eu moro, mas me satisfez. O cinema estava lotado e acabamos desistindo de ir. Passeamos e procurei um tênis novo como presente atrasado de aniversário. Mas infelizmente o que eu mais gostei não tinha no meu tamanho. Acabei escolhendo outro. Aí fui escolher uma calça térmica, porque não achava em lugar algum. Achei algumas interessantes e as garotas do provador ficaram me olhando. Eu não me importei porque gosto quando pessoas me olham. Escolhi uma preta que parecia azul com linhas brancas. Só que a calça custava 150 reais, e acabei desistindo de comprar aquele tênis. Compramos sorvete e a irmã comprou uma bota. Ela não ficou muito feliz quando descobriu que teria que pagar à vista ou com cheques. Mas acabou comprando. Voltamos à loja de esporte para pegar o tênis e possivelmente comprar blusas para a irmã. Novamente saímos sem ter levado nada. Passeamos na feirinha e fizemos um lanchinho. Locamos Simpsons e rimos bastante. Depois da família amarela assistimos Licença Para Casar, que me fez pensar bastante em todos os relacionamentos que tive e que realmente se eu fosse submetido a tal teste, não teria agüentado com nenhuma das garotas. Muito provavelmente porque eu não sou inteligente para sobreviver a eles. Ou porque elas não valem realmente à pena.
Eu não estou muito feliz porque estou em um lugar onde não posso correr e não há barreiras para eu saltar. Eu gosto de correr. Principalmente quando meus pés não doem. Gosto de meias curtas e de sapatilhas leves. Sinto-me melhor. Mas já que não estou em casa, preciso achar alguma forma de me exercitar, porque eu não gosto de ficar parado. Uma vez eu quebrei o pé, fiquei três meses sem pisar no chão com meu pé direito e minha batata da perna diminuiu muito de tamanho. Fiquei com vergonha. Ela parecia deslocada do corpo. Não combinava com ela e não refletia minha personalidade. Eu me sentia diferente. E como eu gosto de me sentir normal, penso em fazer alguns exercícios pequenos que satisfariam meu ego pelo tempo em que estarei ausente. Penso também que terei que dividir esse post, otherwise vai ficar muito grande e as pessoas não vão querer lê-lo. Mas talvez se as pessoas não quiserem ler algo desse tamanho, talvez eu não queira que elas o leiam, de qualquer forma.
Hoje a gente vai a outro shopping. Esse é menor que o anterior. Tem menos lojas e não possui salas de cinema. A mãe está super feliz porque ela vai a loja favorita dela. Eu não gosto muito de lá, e elas ficam lá dentro muito tempo! Normalmente fico nas lojas próximas ou sentado em uma cadeira tirando fotos. Tomei café preto com Finn e estava muito bom. Isso porque eu não gosto de café com leite. Minha mãe foi tomar banho. Sei disso porque ela me contou. Depois dela sou eu. Eu não tenho problemas em tomar banho na casa das outras pessoas, mas sempre sou desafiado pelo chuveiro e as intensidades dos registros. Eu normalmente tomo banho de água fria, porque ela me faz respirar mais e eu me sinto maior. E eu gosto de respirar. Tanto que se eu tivesse que morrer afogado ou asfixiado eu ficaria bastante triste. Na televisão falaram algo interessante, hoje. Na verdade foi a mãe que falou influenciada por algo que passou na tevê. Ela disse que homens têm mulheres para o sexo e para o casamento. Então eu fiquei feliz. Ela disse que para mulheres são coisas inseparáveis. (...)
Comprei um tênis bem legal pra mim, hoje. E também uma mochila nova e uma camisa. Mas as camisas que vim comprar só vou ver amanhã. Estou bem ansioso! Comi bastante e não quero mais ver doces pela frente. Sinto saudade da minha namorada e de meus amigos. Hoje eu telefonei para ela, mas não pudemos conversar por muito tempo porque custa muito fazer uma ligação. Felizmente, em partes, volto pra casa amanhã, podendo assim matar a saudade de todos.
Aí deixa eu contar uma coisa legal, hoje! Estávamos procurando sei lá qual livro na Saraiva, e um livro me chamou a atenção. Era um livro sobre 1001 álbuns para se ouvir antes de morrer. Fui seco na lista de artistas e adivinhem quem era o primeiro da lista com ‘D’... DAFT PUNK – HOMEWORK! That’s right, folks! O álbum debutante do duo mais famoso da França está na lista! Fiquei muito animado! Procurei por Blink 182, mas não constava na lista... Todavia, encontrei três álbuns do Kraftwerk e um do Fat Boy Slim, na lista. Isso também era legal. Queria ter uma câmera ou um computador lá para ter copiado o texto no livro. O foco era em cima de Guy-Manuel e continha uma foto da época Homework, em que eles usavam máscaras para preservar suas vidas sociais (...)
domingo, 27 de abril de 2008
incompleto
Aí eu acabei indo dormir só duas da manhã. Custei pra pregar os olhos, mas tive um descanço bom, até. Fui acordado com um telefonema, cinco horas depois. Dormi mais um pouco e partimos. Achar Timbó foi fácil, difícil foi achar a pista de atletismo de lá. (...)
Alta temperatura e corpo trêmulo. Parecia que não ia dar. A pista cedia com o mais leve dos toques. Parecia que iamos ser engolidos pelo carvão. O projétil é atirado. 15 segundos depois, tudo está bem.
Alta temperatura e corpo trêmulo. Parecia que não ia dar. A pista cedia com o mais leve dos toques. Parecia que iamos ser engolidos pelo carvão. O projétil é atirado. 15 segundos depois, tudo está bem.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
estoy cansado
Primeiro eu tenho que acordar. Aí depende, se eu tenho ou não que ir para a academia, permanecendo menos ou mais tempo na cama, respectivamente. Se eu vou, é bom. Porque daí eu como ou não, pego a bicicleta, saio e volto around 11 horas. Se eu não vou, é ruim, porque fico enrolando na cama e levanto de mau-humor. Nunca durmo o suficiente. Mesmo levantando 9:30. Levantando 9:30, se não tenho muitos tópicos interessantes ou pvts para responder, acompanho minha mãe nos enlatados americanos (isso se ela ficou em casa e não foi trabalhar) e às vezes como algo. Essa semana estamos sem leite integral, só tem desnatado. E Ovomaltine e Sucrilhos não ficam bons com leite desnatado. Se logo os programas ficam chatos, eu subo. Enrolo no computador e ouço algumas músicas bacanas. Às vezes tenho companhia no MSN, às vezes não. Caso minha mãe tenha ido trabalhar, eu espero ela me ligar dizendo que vamos almoçar fora e que devo me preparar para pegar carona para o restaurante, ou ela vem e eu espero ela fazer o almoço. Se o computador está realmente chato, ajudo ela com algumas coisas básicas. Sou muito preguiçoso. Se eu almoço fora, volto pra casa cedo e tenho bastante tempo para fazer nada. Ou continuo no computador, ou vejo televisão, ou durmo até 14:30. De qualquer forma, tento estar pronto para chegar na univille as 15 horas.
Das 15 às 18 horas eu corro. E canso. E suo. E abraço. Canso, suo, abraço. É um saco. Aí eu tomo banho, e fico melhor. Mas só um pouco. É preciso recuperar as energias! Como umas duas porções de salada de frutas e basta. Aí é esperar. Esperar e esperar. Ainda tenho mais 45 minutos de nada para fazer. Mas o pior de tudo é que o dinheiro acabou. A fome não.
Guiga,
tentando não esquecer de sorrir.
Das 15 às 18 horas eu corro. E canso. E suo. E abraço. Canso, suo, abraço. É um saco. Aí eu tomo banho, e fico melhor. Mas só um pouco. É preciso recuperar as energias! Como umas duas porções de salada de frutas e basta. Aí é esperar. Esperar e esperar. Ainda tenho mais 45 minutos de nada para fazer. Mas o pior de tudo é que o dinheiro acabou. A fome não.
Guiga,
tentando não esquecer de sorrir.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Hoje, O não-ontem
Good morning citizens! Hoje de bom humor, disponho-me aqui para escrever-lhes sobre meu "feriadão". Primeiramente gostaria de mostrar minha indignação quanto ao termo pejorativo usado por todos; FERIADÃO. Pra começar, ninguém gosta de ir ao dentista, mas deixa pra lá. 01 (um) dia a mais no final da semana não o torna... ei... espera aí.. acho que eu entendi! Mas também não faz sentido. Somente se o feriado viesse acompanhado de sábado+domingo. Mas já que é o contrário (sábado+domingo+feriado), deveria chamar-se finalzão de semana XD Fala sério, eu sou demais (...)
Mas então... Afim de ajudar minha querida progenitora, coloquei-me a disposição para serviços braçais à la carte, durante todo o fds. Encaminhamo-nos então, em direção a serra! Curvas e mais curvas em belos aclives com ouvidos afoitos e olhos pregados, Lembrar-de-sorrir, Salvadorak13 (agora bolinhas verdes), a progenitora e a progenitora², cantarolam rumo a Campo Alegre. O frio é intenso e encantador. Kindzadza nos comove durante alguns minutos até a progenitora² se encomodar :( Maldição! grande parte da história foi perdida nesse trecho. Era algo como, "já montado nas bikes, salvadorak13 e eu nos dirigimos a padaria mais próxima e comemos uns risoles, papapa, depois de um tempo 3 garotas aparecem do outro lado da rua e ficam observando o interior da padoca;" e agora continua o post original :( Ki Delícia, penso eu, elas observavam com vigor o motoboy que acabara de entrar na padaria sedento por refrigerante de cola. Todavia, felizes não fomos nós ao deixar a padaria e encaminharmo-nos de volta para casa, pois algo acontecera. OMG. O que será? lol. As podres garotinhas começam a assoviar, eu olho para trás, elas acenam, eu aceno, elas riem ALTO, a Salvadorak13 me olha e NÂO sorri. Elas continuam assoviando e a crise começa (...) Não quero me pronunciar muito, nesse, pois as conseqüencias poderam ser catastróficas. Portanto, disponho-los (:P) o seguinte link para maiores esclarecimentos: http://bolinhasverdes.blogspot.com
Em casa, o frio continuava a nos cercar e eramos obrigados a ficar embaixo das cobertas, aquecendo-nosotros como era possível. O sono não vinha e palavras não eram pronunciadas. Vez ou outra o cão passava correndo e dando uma cheiradinha around. O caneco batia muito e várias quinas foram feitas. A tensão aumentava enquanto a temperatuda diminuia (...)
Em casa, foi finalmente a hora de sentar no computador e mexer na cadeira. Algumas músicas novas, novo álbum do orkut, e o Trickster dá saudades ;~ Mas como ele já não está mais no meu PC, sou OBRIGADO a assistir Neon Genesis Evangelion, a história de Shinji e suas aventuras angelísticas :P
Minha mãe acha minha corrente do Wanpisu e tudo fica verde \o/Relembro a minha primeira professora (mark) e consigo então, acesso a uma conta antiga de e-mail, possibilitando o retorno de inúmeras fotos cuja existência eu mesmo desconhecia :O
Essa daí foi de uma baladinha sei lá quando em que uma amiga minha passou mal. Nos encontramos somente mais uma vez, depois daquele dia. No canto esquerdo temos nosso amigo isquein, abraçado com a oigalerinhalegal. Na direita a thuíse com um cara que parece ser o xgux, mas não é, e no centro, eu e morephotos. O café acaba. Desço para a verificação de rotina. O cão jaz roncando no sofá, enquanto Kenye West faz sua parte na Mtv. Agora com o copo cheio, considero-me pronto para terminar esse post. Eu sei que agora She's Good For Business, portanto, tudo dará certo. TEM que dar certo. Os chocolates acabaram-se e o chuveiro mal pode esperar. Cheiro a tudo. Desde fragrâncias da amazônia até suvaqueira peluda de regata no ônibus. O que me faz lembrar um causo que aconteceu comigo esses dias. Não sei se dá pra escreve-lo, mas tentarei. Bom, basicamente o que aconteceu foi que eu estava me preparando para arrotar e pá, de boa como sempre, só que junto com o arroto subiu uns líquido com mó gosto de vômito, e aí putz, tava mals o negócio, fui puxar tudo pra cuspir, desceu mó catarro pra boca, nossa ficou nojentão, pensei em gravar, mas a câmera tava longe, fui cuspir, cuspi no pé descalço de um amigo, que saiu correndo e deixou o cachorro lamber o resto. (...)
Nojeiras a parte, temos mais um desenho feito pelo amigo da ex-amiga e colorido pelo WorldOut Guy, which is always there for music and me.
OBS: eu levei 3 segs pra decifrar o dp. double penetration (mark)
Mas então... Afim de ajudar minha querida progenitora, coloquei-me a disposição para serviços braçais à la carte, durante todo o fds. Encaminhamo-nos então, em direção a serra! Curvas e mais curvas em belos aclives com ouvidos afoitos e olhos pregados, Lembrar-de-sorrir, Salvadorak13 (agora bolinhas verdes), a progenitora e a progenitora², cantarolam rumo a Campo Alegre. O frio é intenso e encantador. Kindzadza nos comove durante alguns minutos até a progenitora² se encomodar :( Maldição! grande parte da história foi perdida nesse trecho. Era algo como, "já montado nas bikes, salvadorak13 e eu nos dirigimos a padaria mais próxima e comemos uns risoles, papapa, depois de um tempo 3 garotas aparecem do outro lado da rua e ficam observando o interior da padoca;" e agora continua o post original :( Ki Delícia, penso eu, elas observavam com vigor o motoboy que acabara de entrar na padaria sedento por refrigerante de cola. Todavia, felizes não fomos nós ao deixar a padaria e encaminharmo-nos de volta para casa, pois algo acontecera. OMG. O que será? lol. As podres garotinhas começam a assoviar, eu olho para trás, elas acenam, eu aceno, elas riem ALTO, a Salvadorak13 me olha e NÂO sorri. Elas continuam assoviando e a crise começa (...) Não quero me pronunciar muito, nesse, pois as conseqüencias poderam ser catastróficas. Portanto, disponho-los (:P) o seguinte link para maiores esclarecimentos: http://bolinhasverdes.blogspot.com
Em casa, o frio continuava a nos cercar e eramos obrigados a ficar embaixo das cobertas, aquecendo-nosotros como era possível. O sono não vinha e palavras não eram pronunciadas. Vez ou outra o cão passava correndo e dando uma cheiradinha around. O caneco batia muito e várias quinas foram feitas. A tensão aumentava enquanto a temperatuda diminuia (...)
Em casa, foi finalmente a hora de sentar no computador e mexer na cadeira. Algumas músicas novas, novo álbum do orkut, e o Trickster dá saudades ;~ Mas como ele já não está mais no meu PC, sou OBRIGADO a assistir Neon Genesis Evangelion, a história de Shinji e suas aventuras angelísticas :P
Minha mãe acha minha corrente do Wanpisu e tudo fica verde \o/Relembro a minha primeira professora (mark) e consigo então, acesso a uma conta antiga de e-mail, possibilitando o retorno de inúmeras fotos cuja existência eu mesmo desconhecia :O
Essa daí foi de uma baladinha sei lá quando em que uma amiga minha passou mal. Nos encontramos somente mais uma vez, depois daquele dia. No canto esquerdo temos nosso amigo isquein, abraçado com a oigalerinhalegal. Na direita a thuíse com um cara que parece ser o xgux, mas não é, e no centro, eu e morephotos. O café acaba. Desço para a verificação de rotina. O cão jaz roncando no sofá, enquanto Kenye West faz sua parte na Mtv. Agora com o copo cheio, considero-me pronto para terminar esse post. Eu sei que agora She's Good For Business, portanto, tudo dará certo. TEM que dar certo. Os chocolates acabaram-se e o chuveiro mal pode esperar. Cheiro a tudo. Desde fragrâncias da amazônia até suvaqueira peluda de regata no ônibus. O que me faz lembrar um causo que aconteceu comigo esses dias. Não sei se dá pra escreve-lo, mas tentarei. Bom, basicamente o que aconteceu foi que eu estava me preparando para arrotar e pá, de boa como sempre, só que junto com o arroto subiu uns líquido com mó gosto de vômito, e aí putz, tava mals o negócio, fui puxar tudo pra cuspir, desceu mó catarro pra boca, nossa ficou nojentão, pensei em gravar, mas a câmera tava longe, fui cuspir, cuspi no pé descalço de um amigo, que saiu correndo e deixou o cachorro lamber o resto. (...)Nojeiras a parte, temos mais um desenho feito pelo amigo da ex-amiga e colorido pelo WorldOut Guy, which is always there for music and me.
OBS: eu levei 3 segs pra decifrar o dp. double penetration (mark)
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Descubro-te poeta
Percebo-me no intervalo, cercada de pessoas, sentindo-me só, lembrando os dedos cruzados e 15 minutos de possíveis enganos. Lápis à mão, desabafando palavras que martirizavam os pensamentos. Palavras que repetem, repetem, fundem e repetem em desordem contínua, implorando liberdade. Gravados no branco, de uma pessoa hoje menos sensível que o normal (desequilíbrio preocupante), deixando o vazio para um interessante discurso sobre parasitoses, ao som de tosses muitíssimo estranhas e risadas de um povo quase feliz que se delicia com a desgraça alheia.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Peppers
Chega. Vou me empanturrar de chocolate e ouvir Akon. Talvez assistir ao sol. Talvez ficar atrás do muro de pedras e apenas te observar. Imaginar-te como nem mesmo tu terias te imaginado. Dividir trufas e passar incontáveis horas discutindo sobre como a vida nos dá motivos para chorarmos. Possivelmente chorariamos juntos, mas isso seria maravilhoso! Somente aqueles que são capazes de chorar juntos entendem o verdadeiro sofrimento de ser o que é e sentir o próximo.
Arrisco uma mordida sexy. Dá pena. Era tão lindo o meu amor por ti. O lapidado se mostra milimétrico e intacto. A boca saliva. O sabor picante chega rapidamente. Afrodisíaco, realmente. Cada respirada é uma sensação inexplicável. Podia morrer assim. Derrete calmamente Once In A While. Aqui é fácil fazer alguém feliz. A garganta se mantém ardida e implora por mais. Arrisco, desta vez, um beijo. Lábios molhados e cheios de energia. Desejos. Terapia gluteriana.
Um funk começa. Fico curioso, você diz que ainda não é hora. E que o para sempre acaba. Fico feliz, de certa forma. Às vezes é bom ser ansiosa.
Arrisco uma mordida sexy. Dá pena. Era tão lindo o meu amor por ti. O lapidado se mostra milimétrico e intacto. A boca saliva. O sabor picante chega rapidamente. Afrodisíaco, realmente. Cada respirada é uma sensação inexplicável. Podia morrer assim. Derrete calmamente Once In A While. Aqui é fácil fazer alguém feliz. A garganta se mantém ardida e implora por mais. Arrisco, desta vez, um beijo. Lábios molhados e cheios de energia. Desejos. Terapia gluteriana.
Um funk começa. Fico curioso, você diz que ainda não é hora. E que o para sempre acaba. Fico feliz, de certa forma. Às vezes é bom ser ansiosa.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
12 de abril de 2008.
Bom, como sempre, o dia doze de abril de todos os anos tem alguma história trágica, mas divertida, para se contar. A desse ano é a seguinte: estavamos nós, na festa na casa do Mr. Popo desde as 16:30 jogando CANECO onde eu, salvadorak13, sai 'bombando' na primeira e segunda rodada, mais tarde continuamos com o vicioso jogo, bebendo litros (kaiser, brahma, smirnoff, red bull, refrigerantes, vinhos, pinga de butiá, entre outros) e rindo de todos, ao mesmo tempo que comíamos vários tipos de carne preparadas pelo Mr. Popo. Festa vai, festa vem e as bebidas continuam em nosso meio, nos divertindo e fazendo com que falemos coisas que poderemos nos arrepender em algum dia de nossas tristes vidas, mas enfim . . .
Chegado o fim da festa, onde todos os convidados já haviam ido embora para suas tristes casas e que sobravam lá, somente nós (salvadorak13, lembrar-de-sorrir, vaca-verde, tft, tom-cola, infiel, Mr. Popo e seus colégas cujo nomes não recordo no momento presente), bebemos mais algumas latas de cervejas que restaram no incrível grande compartimento de bebidas que lá estava para nos satisfazer, quando a misteriosa Ms. Coruja chega com seu inacerditável carro para nos salvar de uma possível quebra de pés, como sempre acontece >< style="FONT-WEIGHT: bold">cão. Mrs Coruja então, vira se possante em sentido a corrida da vaca-verde, para ajudarmos na possível busca pelo animalzinho, suspeitamente, suicida Oo
Eu e lembrar-de-sorrir corremos até vaca-verde para acudí-lo enquanto chorava incontrolávelmente por ter achado o cãozinho tão adorado, daí em diante foram somente lágrimas atrás de lágrimas de nossos companheiros revolucionários, vaca-verde e lembrar-de-sorrir. Quando chegamos a casa príncipal, sou 'eleita' a ajudar nosso incrível vaca-verde a se dirigir em pé para o primeiro banheiro que avisto, dentre todos os outros da enorme casa principal de Ms. Coruja, enquanto isso o lembrar-de-sorrir é eleito para ajudar nosso amigo a tomar um banho e descarregar suas areias, que possívelmente carregou do pobre riacho onde mergulhou um refrescante descanso. Ms. Coruja e eu aprontamos uma singela cama para nossa Vaca-Verde descansar em verdes pastos enquanto sonhava com ovelhas brancas e bois malhados para lhe fazer companhia. Após toda essa deliciosa prova de fogo na madrugada e um beijinho rápido e delicioso, Ms. Coruja e Lembrar-De-Sorrir me entregam sã e salva e sem mais possíveis "ataques" de movimentos estranhos, para dormir e relaxar intensamente após repassar tudo o que me aconteceu na incrível e inacreditável noite de doze de abril de dois mil e oito.
Chegado o fim da festa, onde todos os convidados já haviam ido embora para suas tristes casas e que sobravam lá, somente nós (salvadorak13, lembrar-de-sorrir, vaca-verde, tft, tom-cola, infiel, Mr. Popo e seus colégas cujo nomes não recordo no momento presente), bebemos mais algumas latas de cervejas que restaram no incrível grande compartimento de bebidas que lá estava para nos satisfazer, quando a misteriosa Ms. Coruja chega com seu inacerditável carro para nos salvar de uma possível quebra de pés, como sempre acontece >< style="FONT-WEIGHT: bold">cão. Mrs Coruja então, vira se possante em sentido a corrida da vaca-verde, para ajudarmos na possível busca pelo animalzinho, suspeitamente, suicida Oo
Eu e lembrar-de-sorrir corremos até vaca-verde para acudí-lo enquanto chorava incontrolávelmente por ter achado o cãozinho tão adorado, daí em diante foram somente lágrimas atrás de lágrimas de nossos companheiros revolucionários, vaca-verde e lembrar-de-sorrir. Quando chegamos a casa príncipal, sou 'eleita' a ajudar nosso incrível vaca-verde a se dirigir em pé para o primeiro banheiro que avisto, dentre todos os outros da enorme casa principal de Ms. Coruja, enquanto isso o lembrar-de-sorrir é eleito para ajudar nosso amigo a tomar um banho e descarregar suas areias, que possívelmente carregou do pobre riacho onde mergulhou um refrescante descanso. Ms. Coruja e eu aprontamos uma singela cama para nossa Vaca-Verde descansar em verdes pastos enquanto sonhava com ovelhas brancas e bois malhados para lhe fazer companhia. Após toda essa deliciosa prova de fogo na madrugada e um beijinho rápido e delicioso, Ms. Coruja e Lembrar-De-Sorrir me entregam sã e salva e sem mais possíveis "ataques" de movimentos estranhos, para dormir e relaxar intensamente após repassar tudo o que me aconteceu na incrível e inacreditável noite de doze de abril de dois mil e oito.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Olhos nublados
A guerra pra acordar, o beijo, a despedida, o suor. No computador encontro motivações e tarefas. Um vídeo. Chiki² em 35m, new personal best. Mais uma rapidinha antes do almoço e o pandemonium volta à tona. Dia triste nas pistas, não enxergo. E depois, novamente não enxergo nada. Tudo é tão escuro e assustador. Acho você. Comemos e depois nos transformamos. A volta é tranqüila, porém sonolenta. Deixo para escrever esse ínfimo post no dia seguinte.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Belo título.
Segunda.... Manhã frívola e pesada. As anilhas vinham e vinham e não cessavam nunca. A belly é que continuava vazia e inquieta. Anilhas e mais anilhas. Chegaram a 400. Aí cansei. A volta é sempre mais triste, ainda mais que estou sem baterias. Penso em você. E em todos vocês! É hora de ter uma vídeo conferencia com o Dr. Robson, e puxa! como é bom! Delicio-me a cada sorriso dele, que correspondia a um enorme sorriso meu. Alguns minutos lá e ali, almoçar com a salvadora e comemorar os 17 meses. O treinamento perfeito com ótima companhia. Fez valer a pena. E no final, fui encantado com o maravilhoso pedaço de gotas do céu. Muito cálculo e mantimentos depois, a celebração! Cada um no seu canto, mas com fotos divertidíssimas. A tranqüila e sonolenta volta, e finalmente aqui. Quase perdi você.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
É tudo quantitativo...
To bravo comigo. Criei esse blog feliz em um estilo nômade/anônimo e já fudi todo com ele. Nomes apareceram, situações reais foram relatadas, pessoas foram ofendidas e perguntas não foram respondidas. Encontro-me em fatal dilema; apagar postagens inúteis e paralelas à verdadeira oferta do meu blog, ou então continuar e fingir que nada aconteceu. Fiquei de postar uma vez por dia, mas acabei fazendo postagens detestáveis e claras, o que me irritou virilmente. Ouço remixes toscos que me fazem pensar se as música realmente deveriam ser alteradas por qualquer um. Devia haver uma lei proibindo não-profissionais de hacer tal atrucidade com os artistas. Mas deixemos a música de lado, voltemos ao dia de hoje, domingo.
Já havia sido combinado de que iriamos mostrar um pouco da cidade para as garotas, mas eis que me encontro nu e com nada nos bolsos. Mãe ausente e lasagna no congelador. Ligo para o filósofo e o alerto de que a Tech1 não atendia o mobile enquanto desconhecia totalmente o número da polaca.
Fica então combinado, caso elas acordassem, de almoçarmos todos lá em casa e assitir alguma comédia random. Chega 11:40 e o ácido começa a trabalhar sem ter o que corroer. Ligo para a Salvadorak13 para que ela venha se juntar à nós e recebendo um sim não muito à vontade como resposta, coloco a primeira lasagna no microondas. Duas horas depois (gastas com myspace e ffr), a campanhia toca. Surpreendendo-me ao estremo, os 3 vilagers aparecem. Apavorado, peço-lhes que esperem um bocado, ainda tenho que preparar o terreno. Não tinha conhecimento de que vocês apareceriam aqui sem avisar e a casa está uma bagunça! Que conheçam o cão primeiro. E, enquanto distraídos com as peripécias caninas do Risos, trato de "as quick as a flash", dar aquela clean na casa (o que incluia me livrar de uns presuntos, se bem que o ácido sempre resolve! É só dar descarga... e todo mundo vai pro mesmo lugar. É claro... que alguns precisam ser... persuadidos). Liguei para confirmar a vinda da 5ª passageira, e esta veio dizendo que já se encontrava a caminho. O filme era O Homem que Copiava, com Lázaro Ramos. Ótimo filme, todos gostaram, rolou pipoca e leite. Faltando 20min para os créditos, Salvadorak13 aparece com a desculpa de tomar outro caminho. Todos suspeitam de que ela esteja envolvida com algum tipo de mistério, mas resolvem deixar as perguntas para mais tarde. O filme acaba e a atração principal vira o computador. Vídeos, músicas, fotos e jogos... A mãe chega e prepara o lanche. A outra mãe chega e todos vão embora. Fico deixado às traças e ao tecido de consistência duvidosa. Forçado a sentar-me e escrever. Cá estou. Sorrindo, after all.
Já havia sido combinado de que iriamos mostrar um pouco da cidade para as garotas, mas eis que me encontro nu e com nada nos bolsos. Mãe ausente e lasagna no congelador. Ligo para o filósofo e o alerto de que a Tech1 não atendia o mobile enquanto desconhecia totalmente o número da polaca.
Fica então combinado, caso elas acordassem, de almoçarmos todos lá em casa e assitir alguma comédia random. Chega 11:40 e o ácido começa a trabalhar sem ter o que corroer. Ligo para a Salvadorak13 para que ela venha se juntar à nós e recebendo um sim não muito à vontade como resposta, coloco a primeira lasagna no microondas. Duas horas depois (gastas com myspace e ffr), a campanhia toca. Surpreendendo-me ao estremo, os 3 vilagers aparecem. Apavorado, peço-lhes que esperem um bocado, ainda tenho que preparar o terreno. Não tinha conhecimento de que vocês apareceriam aqui sem avisar e a casa está uma bagunça! Que conheçam o cão primeiro. E, enquanto distraídos com as peripécias caninas do Risos, trato de "as quick as a flash", dar aquela clean na casa (o que incluia me livrar de uns presuntos, se bem que o ácido sempre resolve! É só dar descarga... e todo mundo vai pro mesmo lugar. É claro... que alguns precisam ser... persuadidos). Liguei para confirmar a vinda da 5ª passageira, e esta veio dizendo que já se encontrava a caminho. O filme era O Homem que Copiava, com Lázaro Ramos. Ótimo filme, todos gostaram, rolou pipoca e leite. Faltando 20min para os créditos, Salvadorak13 aparece com a desculpa de tomar outro caminho. Todos suspeitam de que ela esteja envolvida com algum tipo de mistério, mas resolvem deixar as perguntas para mais tarde. O filme acaba e a atração principal vira o computador. Vídeos, músicas, fotos e jogos... A mãe chega e prepara o lanche. A outra mãe chega e todos vão embora. Fico deixado às traças e ao tecido de consistência duvidosa. Forçado a sentar-me e escrever. Cá estou. Sorrindo, after all.
domingo, 6 de abril de 2008
o Sábado
sábado, 5 de abril de 2008
The Lab
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Insuportável.
Sonhei muito, hoje. Infelizmente o meu computador não fica no meu quarto e com o bloco de notas aberto para que eu transcescreva-os assim que acordado, quando minha memória ainda é fresca. Portanto não poderei aqui lhes contar. Uma saída rápida para fins eletrônicos e um pequeno lanche no meio-dia. Visto uma camisa legal e ganho carona para a universidade. Fico infeliz com minha lentidão e me sinto incapaz. Fisicamente nada se altera. Assisto a um jogo para deficientes visuais e parto para as delícias gráficas da Estatística para Engenheiros Químicos. Encontro com a Letícia, Jonny planeja seus vídeos pornô com Luci e a outra, dois croissant's de chocolate vão pra dentro, pego minha borracha emprestada para limpar minha carteira imunda, Natália levanta, com um rebolar sexy sobe a calça enquanto encara friamente o maldito Jeferson. Encontro o Fernando (ex da outra amiga) e a Larissa (outra amiga), mas não tenho tempo para dizer-lhes. Pego carona com a Greici e sua irmã, descubro que elas moram perto e que entendem bem o inglês. Divirto-me.
Em casa, mãe à tv, computador still. Jéssica dorme. Guiga morre.
Em casa, mãe à tv, computador still. Jéssica dorme. Guiga morre.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Untitled
Acordo novamente cedo e me dirijo para o quarto de minha mãe, lá fico por mais duas horas, outras dezenas de imagens passam em minha cabeça e quando finalmente levanto, uma nova visita. Essa se anima mais com o cão e diz ter uma fêmea em casa. Não duvido, mas acho pouco provável. Passo o resto da manhã colorindo e mais nada. A ida de bicicleta é surda e rápida. Ela está lá, like a princess aguardando junto com os outros. Subimos e descemos, nos agachamos e corremos durante pouco mais que 100 minutos. As gotas começam a cair e acompanho-a para casa. O caminho é pouco sinuoso, porém exploravel. As conversinhas bobas na despedida e pouco contato. Fica dito que encontraria sua mãe na academia, mas infelizmente o fato não ocorreu, não sei se pela chuva, ou pela minha curta estadia lá. Com uma carona feliz volto pra casa e como uns biscoitos divertidos. Aqueele banho gelado e uma sentada de friends pela frente.
Du Riescht so gut
Du Riescht so gut
Home, fuckd home
Hoje foi legal. Tive um sonho super divertido que incluia amizades antigas, treinamento do exército, festas com produtores famosos, a lastimável falta de uma câmera, ARANHAS AZUIS GIGANTES (uma só, mas combina mais no plural. E ah, haviam também várias formigas relativamente grandes andando na aranha), milharal e um pouco de skate board. Acordei cedo para passar um pano gostoso no piso branco e pra ficar com mais sono, rs. O objetivo era estar disposto a ir à academia, mas não deu certo... Acabei indo dormir de novo e sonhar mais.Novamente de pé, proponho-me sentar na velha poltrona e esperar pelo almoço que não tardou a chegar. Salvadorak13, mãe e amiga estavam à mesa. A combinação de feijão + arroz + carne + molho de cebola SEMPRE me maravilha. O suco era de goiaba. Meio estranho, mas combinava, até.
Logo depois, a amiga, que tinha aula de inglês particular, avisou-me que hoje sua professora apareceria aqui em casa, e que teria sua divertida aula em minha sala. Fiquei ansioso para conhece-la e praticar um pouco do meu british accent. A moça veio, e encontrei-a quando pegava um pacote de biscoitos no armário.
- Hey!
- Hi.
- So, is it true that you speak english ?
- Yeah, i kinda do.
- Sorry?
- I kin-da do
- Oh, I see. Where did you learn it ?
(...)
- So, next thursday there'll be a meeting with all my students, you should be there!
- Sounds like a lot of fun, I'll sure be there!
- That's great! And how do you feel 'bout teaching. Have you ever taught english?
- Nah, never. What do you have in mind ?
- What do you think about 9 bucks an hour ? I'd teach you and stuff first, of course.
- Well, right down my e-mail. I'll be looking forward to hear from you again.
(...)
E basicamente seria isso. Pretty cool, han ?
Aí fui todo bobo, feliz e serelepe para o treino, atrasado, mas feliz.
Muitos saltos na barreira e my sort of princess away. A competição se aproxima. Logo chegará a hora de ficar nervoso e sentir a adrenalina correr nas veias ou sei lá por onde ela corre.
Já na universidade, dia de prova! Lápis, borracha, caneta e calculadora em dedos, e pés à obra! Cinco divertidíssimas questões de Álgebra Linear e Geometria Analítica, sendo que as mais trabalhosas eram as primeiras (o que é um 'problema' para mim, que tenho mania de fazer tudo na exata ordem em que é proposto. O fato é que eu acredito que as coisas tenham um sentido e uma direção e não há porque atravessa-los de forma precipitada). O telefone toca alto no meio da prova, mas não fico rosado. Era o filósofo, tentando me alertar sobre o paradeiro da magrela. Mais uma chamada não atendida e 70 minutos depois do início da aula, estou livre. Ligo para o filósofo e nos encontramos para o habitual cheese salad bacon. Manjar divino. Acompanhado sempre do cancerígeno fantastic laranja. Hoje inclusive tivemos um bis, tamanho era a fenda em nossos estomagos. Logo, o seu progenitor faz uma ligação emergencial e o filósofo tem de partir.Chega a hora do riso e discontração. Encontro-me com Salvadorak13, a outra amiga e o ex da outra amiga. Juntos formamos dois belos casais que riem kilodecibéis e malham o abdômen mais que qualquer AbSh1t. O tempo passa e somente restam 2 carros no estacionamento quando finalmente decidimos tomar rumo para ea doce lar. Pego a magrela no bicicletário e parto pedalando, enquanto os outros pegam o transporte coletivo. Mal chego em casa, sou logo convocado para um resgate; alguém havia sido deixado trancado para fora de casa. (...)
Já é amanhã e preciso dormir. Meio mal-acabado, assim termina meu post da madrugada do dia 02 (aniversário de um Guilherme). Mas para ninguém chorar, deixo aqui uma imagem feliz que agrada à todos.

Beijos and SMILE, PEOPLE!!! (leia-se: brush your teeth and be careful with the pervert Psyduck behind your green towel)
terça-feira, 1 de abril de 2008
Picture me
Dear Diary
Mood: apathetic.
Depois da fantástica manhã no mundo mágico do bem-estar (?), vem a melhor parte do dia: 13:00~14:45. São os 105 minutos mais livres que tenho no dia. Posso dormir e acordar cansado demais para o trabalho, ficar no computador e sentir que não descansei direito ou ficar com a mãe e não deixá-la sentir-se ainda mais solitária. Hoje escolhi a alternativa c.
No trampo, tudo igual, com exceção de alguns abraços a mais. Comi algumas argolas de glicose que me arderam os dentes, mas comi de bom gosto! GS merece um beijo, rsss.
Recebemos a prova de Cálculo Diferencial Integral II, mas não fiquei feliz com meu 7,7. A inteligência artificial (A.I.) corrige as duas provas diferentes e consome uma quantidade enorme do nosso tempo. Quando o intervalo finalmente chega, vou com a Elfa comer salada de frutas e salgadinhos. Ela me conta sobre as aventuras de Michael Jackson, o ratinho encrenqueiro.
No trampo, tudo igual, com exceção de alguns abraços a mais. Comi algumas argolas de glicose que me arderam os dentes, mas comi de bom gosto! GS merece um beijo, rsss.
Recebemos a prova de Cálculo Diferencial Integral II, mas não fiquei feliz com meu 7,7. A inteligência artificial (A.I.) corrige as duas provas diferentes e consome uma quantidade enorme do nosso tempo. Quando o intervalo finalmente chega, vou com a Elfa comer salada de frutas e salgadinhos. Ela me conta sobre as aventuras de Michael Jackson, o ratinho encrenqueiro.
segunda-feira, 31 de março de 2008
A bela manhã
E não é que a felicidade indeed existe ? Depois de uma bela noite de sonho pude assimilar várias coisas e cheguei a importantes conclusões. Mas comecemos do início.O Sonho
Bom. Como já se passaram três horas desde o meu despertar, é mais do que comum que apenas fragmentos do que parecia bem real me venham à mente, mas tudo bem. A parte importante seria que eu estava pegando ônibus e que deram uma sapatilha para a pessoa que estava junto comigo. Depois, já a caminho do nosso destino, o amigo clama dizer que vira o tal sujeito altruísta passar correndo e com feição de procurar algo. Tentamos berrar, mas foi em vão. Já estavamos longe demais.
Outra coisa legal que me aconteceu, foi que eu voluntariamente despejei 1L de refrigerante de cola na privada entupida por papéis eat fresh e camisinhas e deixei agir. De manhã cedinho puxei a descarga e bum, tudo jóia outra vez! Melhor desentupidor ever. Tomei um banho completo, limpei meu rosto e passei creme de cacau nas mãos (o cheiro é tão bom!). Fui com a mãe para o shoppping comprar mantimentos e o nosso almoço. A fila era grande e garotas conversavam sobre outro lugares legais de se comer. Foi um lanche rápido e saudável, adorei. Já em casa, desempacoto as coisas e venho ao pc, publico isso e vou dormir. Beijos no core (L)
Outra coisa legal que me aconteceu, foi que eu voluntariamente despejei 1L de refrigerante de cola na privada entupida por papéis eat fresh e camisinhas e deixei agir. De manhã cedinho puxei a descarga e bum, tudo jóia outra vez! Melhor desentupidor ever. Tomei um banho completo, limpei meu rosto e passei creme de cacau nas mãos (o cheiro é tão bom!). Fui com a mãe para o shoppping comprar mantimentos e o nosso almoço. A fila era grande e garotas conversavam sobre outro lugares legais de se comer. Foi um lanche rápido e saudável, adorei. Já em casa, desempacoto as coisas e venho ao pc, publico isso e vou dormir. Beijos no core (L)
Tristeza não tem fim; felicidade sim

Isto é idiota. Não importa quanto tempo eu fique andando por aí, simplesmente não há lugar para eu ir. Eu só estou fugindo dos fatos. Não importa aonde eu vá, eu sou muito inseguro para ser de algum uso para qualquer um... É por isso que ninguém nunca precisaria de alguém como eu. Mas eu sabia isso o tempo todo, não ?
domingo, 30 de março de 2008
A janela

Hoje eu não fiz nada. Nada que me animasse. Vi alguns vídeos no youtube, baixei algunas canções e arrumei fotos. Foi realmente um dia triste. Não que tenha de fato já terminado, mas pessoas têm que estudar, ou aturar os pais, me deixando novamente sozinho nessa cadeira. A chuva vem e vai, o sol vai e vem. O cão late e não me deixa dormir, atormentando cada vez mais meu dia. Ninguém em casa, House na tevê. O tempo lentamente vai passando. Frutas podres param no meu estômago, e nada mais. Me sinto o próprio Gregor em sua maldita metamorfose.
Diazinho infeliz.
Juno
Oi blog! Não me lembro o que almocei, portanto não foi nada de especial. Ah, sim. Era pizza. 5 Queijos, se bem me lembro. Gostosa. Comi durante Ghost Whisperer e continuei na sala até terminar meu programa favorito da Sony, aquele em que os pontos não valem nada (...)
Hoje fui no cinema. Encontrei um amigo, mas acabamos não conversando por muito, já que as garotas estavam apressadas. Já se passavam sete minutos de propagandas e pegamos o filme por completo. Muito belo e não-triste. Adorei demais a atuação de Michael Cera e fiquei feliz com os rapazes passando barreiras (risos). A pipoca estava meio fria, mas o refrigerante compensou. A ida no banheiro pós-filme é de praxe. E pela primeira vez tomei tempo para secar as minhas mãos por completo naquele aparelhinho miserável. Aí fiquei sozinho. Subi as escadas e fui para o carro. Desci pela mão inglesa e subi a rua sul-norte. A chuva caia. Algo worth smiling for. Em casa, ninguém no sofá, mas a televisão berrava e jorrava sangue. Pobre garota. No andar de cima, as escadas vibravam saltitantes com a vinda de um mortal, afinal. Os irmãos escoceses travavam em um único acorde, indubtavelmente. Levanto a agulha e a coloco de lado. Tudo está calmo, agora. Um bauru e um copo de goiaba triturado cessam o comichão na barriga. Tudo está calmo.
Sinto muito. Foi o que deu.
Hoje fui no cinema. Encontrei um amigo, mas acabamos não conversando por muito, já que as garotas estavam apressadas. Já se passavam sete minutos de propagandas e pegamos o filme por completo. Muito belo e não-triste. Adorei demais a atuação de Michael Cera e fiquei feliz com os rapazes passando barreiras (risos). A pipoca estava meio fria, mas o refrigerante compensou. A ida no banheiro pós-filme é de praxe. E pela primeira vez tomei tempo para secar as minhas mãos por completo naquele aparelhinho miserável. Aí fiquei sozinho. Subi as escadas e fui para o carro. Desci pela mão inglesa e subi a rua sul-norte. A chuva caia. Algo worth smiling for. Em casa, ninguém no sofá, mas a televisão berrava e jorrava sangue. Pobre garota. No andar de cima, as escadas vibravam saltitantes com a vinda de um mortal, afinal. Os irmãos escoceses travavam em um único acorde, indubtavelmente. Levanto a agulha e a coloco de lado. Tudo está calmo, agora. Um bauru e um copo de goiaba triturado cessam o comichão na barriga. Tudo está calmo.
Sinto muito. Foi o que deu.
sábado, 29 de março de 2008
Dona Chica-ca cagou-se-se (8)
A água morna revigora a carne cansada e a prepara para novas aventuras. Bolhas são formadas com o intuito de purificar cada centímetro do corpo. A mão áspera do árduo trabalho no campo agradece o carinhoso contato. As incontroláveis unhas se opõe ao movimento mútuo de limpeza e acabam por rasgar a pele, ocasionando assim um blood bath que parece não ter fim. Sua companhia enfim chega, clara como margaridas, despertando novos interesses e paixões. Cada um dos pequeninos, então, é envolto em uma espuma branca e escorregadia. Os dedos passeiam, livres como andorinhas, felizes a gorgear e entrelaça-los ainda mais. Vem então a água fria, disposta a fazê-lo crescer e torná-lo mais vivo. A respiração fica difícil. É preciso um esforço sobre-natural para continuar em pé. A boca se abre para pegar a maior quantidade de oxigênio possível, absorvendo também, assim, água para acalmar o estomago inquieto. O ciclo continua, com o ar esvairando-se pelo nariz, e descendo pelo ralo. O corpo fica. E fica. As gotas se vêem forçadas a seguir colina abaixo. Ajudadas pela gravidade, pouco a pouco todas somem sem deixar vestígios que não o frio impotente. 
A cama parece distante. E ao mesmo tempo se vê tão próxima. Separados por um lençol velho, meu corpo e ela entram em transe profundo. Tudo fica mais escuro, e as nuvens desaparecem. Entro no mundo dos sonhos. Mas ele acaba rápido. É preciso ir e voltar. A volta é sempre mais rápida, mesmo com o cão no colo. Ah, o cão. Adorado por todos e odiado por dois, esse sim tem vida boa. Mas não grande atuação nesse dia, a não ser a volta no colo com vento nos olhos e o pêlo para trás. Finalmente em casa, ponho-me a escrever mais e mais, afim de, não sei. Penso que passar o tempo ? Ou quem sabe transmitir alguma mensagem a alguém...
A cama volta a ser minha amiga, que me acalma e me deixa girar o quanto for necessário. Que me gruda de manhã e não me deixa levantar. Que recebe toda noite, perfumes diferenciados para que nunca pense que entrou em rotina. Eu amo minha cama. Gostaria de poder fazer mais por ela. Mais do que contar histórias e partilhar sonhos. Mas é o que se vê possível.
A cama parece distante. E ao mesmo tempo se vê tão próxima. Separados por um lençol velho, meu corpo e ela entram em transe profundo. Tudo fica mais escuro, e as nuvens desaparecem. Entro no mundo dos sonhos. Mas ele acaba rápido. É preciso ir e voltar. A volta é sempre mais rápida, mesmo com o cão no colo. Ah, o cão. Adorado por todos e odiado por dois, esse sim tem vida boa. Mas não grande atuação nesse dia, a não ser a volta no colo com vento nos olhos e o pêlo para trás. Finalmente em casa, ponho-me a escrever mais e mais, afim de, não sei. Penso que passar o tempo ? Ou quem sabe transmitir alguma mensagem a alguém...
Far Away From Salvation
O motor ronca. Olhos arregalam. O quê terá dado errado ? O som inconfundível do freio de mão sendo puxado logo alerta o nosso amiguinho de que são realmente seus parentes que estacionam na única vaga na garagem. Corre ele, então, em direção ao quarto, apressado, pegando a mochila pronta e os tênises que no chão residiam. "Já tava descendo!" "Quer uma carona, então?" Grr, eu já não queria ir, ainda ter que ir e ser assistido pela progenitora. Isso era demais. Mas enfim. Fazia tempo que isso não ocorria e fazia ela feliz.
A primeira corrida foi solitária, pensamentos iam e vinham por todas as partes. Toda vez que o olhar mudava de direção, novas imagens, pessoas e opções surgiam em minha mente. Lembrei de uma vez, em que eu estava no ônibus, aquele que vai de norte ao sul da capital, e ouvi então, o mais temível de todos os comentários a respeito de namoros e afins: "Porque nessas histórias de MSN, cara, a gente é tipo uns príncipes, tá ligado ? A gente é legal e simpático. Agora eu não vou namorar de novo, sendo que no primeiro ano de namoro a gente só fica conhecendo a outra pessoa." Pois é. Não fez muito sentido para mim, no início, também. Mas relembrando das suas caras de nerds, tudo fica explicado. (...)
Me via preso, não dentro de mim, mas na pista oval de carvão, que parecia de uma forma muito sinistra, me atrair como nenhum ou nada faria igual. O sol já era fraco e as nuvens comandavam o céu. Azul e branco. Verde. Verde e azul. Marrom. Marrom e verde. Branco e verde. Branco, preto e prata. Ouvi dizer que já que as cores são vistas mesmo de olhos fechados, elas passam primeiro pela nossa alma, e depois para a mente. Ou algo assim. Enfim. Ela usava vermelho, hoje. Incontáveis 100's e mais saltos. Suor escorria como se não só meus olhos, mas também minha testa e todo o meu cabelo chorassem, devido possivelmente à chuva que não vinha. Ah! como eu amo a chuva. (...)
Querido diário: hoje foi um dia daqueles anti-regime. Prometi que comeria somente saladas de frutas, delíciosas e suculentas como são, umas duas ou doze certamente completariam todo o meu estoque duplo de fuselagem alimentícia no estomago. Eis que surge meu problema número 1, querido diário; não havia um sequer potinho com a mistureba tutti frutti que eu tanto amo. Me via forçado e com nenhuma chance de escapatória, a comer um queijo e bacon. Pedi acompanhado de refrigerante de laranja. Quem é que não ama refrigerante de laranja ? Acho que tirando o Kel, ninguém. Comia eu, faceiro e lampeiro, o delicioso sanduíche, quando o percebo diminuir de tamanho twice as fast as usual. Possivelmente pelo fato de que duas pessoas o mordiscavam. Era então, necessário comprar mais um, ainda com o dinheiro emprestado pela misteriosa vaca-verde, encontrada anteriormente. Pronto. Dois sanduíches, um refrigerante de laranja e nenhuma salada. Perguntava-me se ainda valia à pena viver. Bobagem. (...) Pensava eu, com meu zíper (sim, nada de botões. Camisas com botões são para mauricinhos): "Tudo bem, eu corri bastante hoje, precisava recuperar os nutrientes. Seria só isso." Pois então... Não foi. Procuramos pelo ex da outra amiga, que deveria trazer uma caricatura minha para esse blog tão feliz. Nossa, por um momento havia esquecido de que isso se tratava de um blog, e não de minha singela vida amorosa. Mentira. Sabe, isso me lembrou uma coisa curiosa; a mentira tem perna curta. Aí digamos que você imagina uma garota chamada mentira. Só que ela não tem as pernas curtas. Ela tem perna curta, simplesmente. Vem então na mente, a namorada do Pinocchio manca. Cada coisa. (...)
Já no caminho para a segunda lanchonete (só pra completar o tanque), meus pés doem. Na verdade só o direito dói. O direito que já foi quebrado e praticamente dilacerado. Tenho vontade de estar em casa. De ligar o condicionador de ar no máximo e me esconder debaixo da cama, sentido o delicioso piso gelado congelando todo o meu nu frontal. Mas não dá. Preciso comer mais. Another sandwich, and I'm ready to lock and load. A caminhada de volta é acompanhada do glorioso encore em Berci, show maravilhoso. Chove um pouco. Salvadorak13 veste o já amarrotado boné vemelho-branco, que durante meses aguentou o sol forte. Ele precisava de água, e eu também. (...)
Conturbada é a noite em que me vejo perante janelas que sobem e descem, todavia, sem nunca piscar.
PS: Subentende-se que o ex da outra amiga não apareceu, tendo em vista que a caricatura aqui não é apresentada.
A primeira corrida foi solitária, pensamentos iam e vinham por todas as partes. Toda vez que o olhar mudava de direção, novas imagens, pessoas e opções surgiam em minha mente. Lembrei de uma vez, em que eu estava no ônibus, aquele que vai de norte ao sul da capital, e ouvi então, o mais temível de todos os comentários a respeito de namoros e afins: "Porque nessas histórias de MSN, cara, a gente é tipo uns príncipes, tá ligado ? A gente é legal e simpático. Agora eu não vou namorar de novo, sendo que no primeiro ano de namoro a gente só fica conhecendo a outra pessoa." Pois é. Não fez muito sentido para mim, no início, também. Mas relembrando das suas caras de nerds, tudo fica explicado. (...)
Me via preso, não dentro de mim, mas na pista oval de carvão, que parecia de uma forma muito sinistra, me atrair como nenhum ou nada faria igual. O sol já era fraco e as nuvens comandavam o céu. Azul e branco. Verde. Verde e azul. Marrom. Marrom e verde. Branco e verde. Branco, preto e prata. Ouvi dizer que já que as cores são vistas mesmo de olhos fechados, elas passam primeiro pela nossa alma, e depois para a mente. Ou algo assim. Enfim. Ela usava vermelho, hoje. Incontáveis 100's e mais saltos. Suor escorria como se não só meus olhos, mas também minha testa e todo o meu cabelo chorassem, devido possivelmente à chuva que não vinha. Ah! como eu amo a chuva. (...)
Querido diário: hoje foi um dia daqueles anti-regime. Prometi que comeria somente saladas de frutas, delíciosas e suculentas como são, umas duas ou doze certamente completariam todo o meu estoque duplo de fuselagem alimentícia no estomago. Eis que surge meu problema número 1, querido diário; não havia um sequer potinho com a mistureba tutti frutti que eu tanto amo. Me via forçado e com nenhuma chance de escapatória, a comer um queijo e bacon. Pedi acompanhado de refrigerante de laranja. Quem é que não ama refrigerante de laranja ? Acho que tirando o Kel, ninguém. Comia eu, faceiro e lampeiro, o delicioso sanduíche, quando o percebo diminuir de tamanho twice as fast as usual. Possivelmente pelo fato de que duas pessoas o mordiscavam. Era então, necessário comprar mais um, ainda com o dinheiro emprestado pela misteriosa vaca-verde, encontrada anteriormente. Pronto. Dois sanduíches, um refrigerante de laranja e nenhuma salada. Perguntava-me se ainda valia à pena viver. Bobagem. (...) Pensava eu, com meu zíper (sim, nada de botões. Camisas com botões são para mauricinhos): "Tudo bem, eu corri bastante hoje, precisava recuperar os nutrientes. Seria só isso." Pois então... Não foi. Procuramos pelo ex da outra amiga, que deveria trazer uma caricatura minha para esse blog tão feliz. Nossa, por um momento havia esquecido de que isso se tratava de um blog, e não de minha singela vida amorosa. Mentira. Sabe, isso me lembrou uma coisa curiosa; a mentira tem perna curta. Aí digamos que você imagina uma garota chamada mentira. Só que ela não tem as pernas curtas. Ela tem perna curta, simplesmente. Vem então na mente, a namorada do Pinocchio manca. Cada coisa. (...)
Já no caminho para a segunda lanchonete (só pra completar o tanque), meus pés doem. Na verdade só o direito dói. O direito que já foi quebrado e praticamente dilacerado. Tenho vontade de estar em casa. De ligar o condicionador de ar no máximo e me esconder debaixo da cama, sentido o delicioso piso gelado congelando todo o meu nu frontal. Mas não dá. Preciso comer mais. Another sandwich, and I'm ready to lock and load. A caminhada de volta é acompanhada do glorioso encore em Berci, show maravilhoso. Chove um pouco. Salvadorak13 veste o já amarrotado boné vemelho-branco, que durante meses aguentou o sol forte. Ele precisava de água, e eu também. (...)
Conturbada é a noite em que me vejo perante janelas que sobem e descem, todavia, sem nunca piscar.
PS: Subentende-se que o ex da outra amiga não apareceu, tendo em vista que a caricatura aqui não é apresentada.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Tarde inacabável
A irmã fez o almoço; penne com molho de atum. Não ficou tão bom quanto o da mãe normalmente fica, mas deu pro gasto. O único infortúnio mesmo, foi ter que lavar a louça. Não que eu não goste, acho divertido. Mas o que passava na tv e eu era obrigado a ouvir era Gossip Girl, um programa que ainda não tomei tempo necessário para saber do que se trata. O que estou ansioso mesmo para conhecer, é Pushin Daisies, que parece ser muito legal! Alguns copos, pratos, diversos talheres e algumas panelas depois, me despeço com um bombom.
De volta ao computador, apaixonado pela recém descoberta música de Ladytron, reflito sobre o que devo fazer na ensolarada tarde de sexta. Irmã se diz entediada, mas não quer sair para correr e também não para ir ao cinema. Me pergunto que tipo de diversão animaria ela...
Percebendo que o tempo não pára nem mesmo enquanto digito, resolvo me arrumar finalmente, para sair de casa e só voltar quase amanhã. Na mochila vão cadernos, lápises, caneta, borracha, toalha, camisa, calça, cueca, escova de dentes, pasta de dentes, desodorante, colônia, boné, anéis, pulseira, celular, chinelo, sabonete, xampú, passe de ônibus, as chaves de casa, meias e não sei mais o quê. Aí eu me lembrei que não via minha carteira há dois dias, e que a última vez que eu havia tido contato com ela foi quando um tiozinho me pediu a identidade para poder anotar meu RG enquanto me entregava uma encomenda para a mãe. Desde então, não tinha idéia do paradeiro da carteira. Tão cedo minha tormenta acabou, após a irmã levantar uma calça que jazia em cima do velho baú branco com diversos LP's e achando assim, a tal carteira desaparecida. Tudo pronto na mochila, só falta mesmo os panos do corpo. Calça de ginástica e uma regata qualquer. Meias e tênises brancos. E só.
Eis que surge a opção de ir ao estúdio gravar mais cenas do até então falido, projeto de artes. Só que o único problema seria arranjar uma desculpa para não ir ao treino, arrumar o aro 8, pilhas para o player e voltar 1 hora no tempo para chegar lá no horário. Fora isso, vontade é o que não falta. Reencontrar El Chicano e El El seria tudo de bom! (...)
Perdido dentro de mim, encontro-me disposto a escrever-lhe palavras que podem não soar coerentes, mas com o passar do tempo, tornariam-se tão visíveis quanto estrelas em pré-dia ensolarado.
Finjo ter palavras, fingo ter momentos, mas tudo e nada me assolam perante tédio impetuoso. Olho para a esquerda, Forsyth, Schneider, Morin, Barthes, Châtelet, Brignoli e Die deutsche Rechtschreibung. Oposto polar da parede branca que cerca meu perfil direito.
Descubro, então, o que fazer até me dirijir para a universidade: escrever nesse live journal. Fico imaginando pessoas que escrevem coisas todos os dias, na maravilhosa memória que elas precisam ter, pois eu me adianto para não esquecer de nada, ou pelo menos de nada importante. Seus pensamentos fluem como água da torneira recém aberta; quente e pressionada. Já pessoas que fazem isso como forma de trabalho, essas sim eu admiro. Afinal, elas escrevem para as outras pessoas. Eu escrevo para um dia quem sabe, poder me entender. Relembrar como eu pensava e escrevia, e talvez descobrir algo mais sobre mim.(...)
A campainha toca. Biscoitinhos de limão, queijo e chocolate. A tia Sô é a melhor! Só perde mesmo pro tio Í. Dezenove pacotes no total. Coloco-os sobre a mesa, longe de cadeiras e pedestais, lá os deixo a esperar por uma boca faminta. O cão late. Quer saber porque não o levo para passear.
A resposta é simples. Tenho pena dele. Se eu já me sinto horrendamente infeliz com o suor massivo escorrendo em meu rosto, imagine o coitadinho, cheio de pêlos por todo o minúsculo corpinho. É verdade que os gordos suam mais, mas isso não vem ao caso. Ele é calorento, sim! (...)
Vontade de encher a piscina de água. Banhar-me com mosquitos e folhas velhas.
PS: Post impróprio de início de tarde. (o original virá está noite ou pela madrugada)
De volta ao computador, apaixonado pela recém descoberta música de Ladytron, reflito sobre o que devo fazer na ensolarada tarde de sexta. Irmã se diz entediada, mas não quer sair para correr e também não para ir ao cinema. Me pergunto que tipo de diversão animaria ela...
Percebendo que o tempo não pára nem mesmo enquanto digito, resolvo me arrumar finalmente, para sair de casa e só voltar quase amanhã. Na mochila vão cadernos, lápises, caneta, borracha, toalha, camisa, calça, cueca, escova de dentes, pasta de dentes, desodorante, colônia, boné, anéis, pulseira, celular, chinelo, sabonete, xampú, passe de ônibus, as chaves de casa, meias e não sei mais o quê. Aí eu me lembrei que não via minha carteira há dois dias, e que a última vez que eu havia tido contato com ela foi quando um tiozinho me pediu a identidade para poder anotar meu RG enquanto me entregava uma encomenda para a mãe. Desde então, não tinha idéia do paradeiro da carteira. Tão cedo minha tormenta acabou, após a irmã levantar uma calça que jazia em cima do velho baú branco com diversos LP's e achando assim, a tal carteira desaparecida. Tudo pronto na mochila, só falta mesmo os panos do corpo. Calça de ginástica e uma regata qualquer. Meias e tênises brancos. E só.
Eis que surge a opção de ir ao estúdio gravar mais cenas do até então falido, projeto de artes. Só que o único problema seria arranjar uma desculpa para não ir ao treino, arrumar o aro 8, pilhas para o player e voltar 1 hora no tempo para chegar lá no horário. Fora isso, vontade é o que não falta. Reencontrar El Chicano e El El seria tudo de bom! (...)
Perdido dentro de mim, encontro-me disposto a escrever-lhe palavras que podem não soar coerentes, mas com o passar do tempo, tornariam-se tão visíveis quanto estrelas em pré-dia ensolarado.
Finjo ter palavras, fingo ter momentos, mas tudo e nada me assolam perante tédio impetuoso. Olho para a esquerda, Forsyth, Schneider, Morin, Barthes, Châtelet, Brignoli e Die deutsche Rechtschreibung. Oposto polar da parede branca que cerca meu perfil direito.
Descubro, então, o que fazer até me dirijir para a universidade: escrever nesse live journal. Fico imaginando pessoas que escrevem coisas todos os dias, na maravilhosa memória que elas precisam ter, pois eu me adianto para não esquecer de nada, ou pelo menos de nada importante. Seus pensamentos fluem como água da torneira recém aberta; quente e pressionada. Já pessoas que fazem isso como forma de trabalho, essas sim eu admiro. Afinal, elas escrevem para as outras pessoas. Eu escrevo para um dia quem sabe, poder me entender. Relembrar como eu pensava e escrevia, e talvez descobrir algo mais sobre mim.(...)
A campainha toca. Biscoitinhos de limão, queijo e chocolate. A tia Sô é a melhor! Só perde mesmo pro tio Í. Dezenove pacotes no total. Coloco-os sobre a mesa, longe de cadeiras e pedestais, lá os deixo a esperar por uma boca faminta. O cão late. Quer saber porque não o levo para passear.
A resposta é simples. Tenho pena dele. Se eu já me sinto horrendamente infeliz com o suor massivo escorrendo em meu rosto, imagine o coitadinho, cheio de pêlos por todo o minúsculo corpinho. É verdade que os gordos suam mais, mas isso não vem ao caso. Ele é calorento, sim! (...)Vontade de encher a piscina de água. Banhar-me com mosquitos e folhas velhas.
PS: Post impróprio de início de tarde. (o original virá está noite ou pela madrugada)
Tudo o que você toca
Manhã feliz esta na qual levanto pontualmenta às 9 horas, when the sun is still shining. Nenhum 'pvt' aberto, portanto, nenhum motivo para ficar no computador por mais de 5min. Desço então, as escadas brancas que me encaram todas as manhãs com um olhar cansado. Novamente, mãe e irmã na sala, assistindo o filme em que Meg plays herself. Impressionante como fico irritado com o sotaque francês forçado do Tcheky Karyo, o pobre e odiado ex-noivo, Anton. Logo após o término do filme, rapidamente troco para o meu filme favorito do momento, aquele em que Ashton Kutcher quer ser eu. Acompanhado de um delicioso bauru, o filme se desenrola convencional, sem cenas que eu possivelmente havia esquecido (o que normalmente acontece). Na pausa para outros afazeres, corro para o pc ver se alguém se lembrava mim, já que fui terrivelmente esquecido durante a madrugada. Surge então, a tão esperada janela piscante: a salvadora dizendo oi. Na belíssima verdana k13, coisa nova por ali, mas bem recebida. Trocamos alguns dizeres e logo volto para o sofá gelado, para continuar com os diversos xingamentos exercidos pelo maléfico Tommy Miller. Terminado o filme, vem a parte mais divertida: os extras! Muitas cenas inúteis descartadas e finais alternativos bobocas. Perdi a vontade de continuar assistindo. Subo para ter notícias da Salvadorak13 e descubro myself atrasado para ir buscá-la. Apenas calçando o chinelo, parto eu, então, para o encontro da amada.
Surpreso não fico eu, quando a vejo saindo do escritório com o celular à orelha. Alguns olhares e ela ainda no celular. Me abraça. Beijinhos no ombro e andamos. Já no portão de casa, o aparelho mal se afastava para respirar.
Conversava com a amiga sobre a outra amiga que a acusava de estar se aproximando demasiadamente de seu ex, o que surpreendentemente não fazia as vontades dela, pois apesar de todo o desgosto e as piadinhas sem-graça, ela mantinha uma relação semi-carinhosa com o tal fulano. Tentei não me meter, mas começava a omitir verdades que não deveriam ser esquecidas e consequentemente, me deixando inquieto. Faltando 3 minutos para sua carona chegar, Salvadorak13 finalmente desliga o mobile, afim de conseguir um contato físico labial que a satisfizesse mais. Ainda meio revoltado com a conversa das duas, sacrifico-me mutuamente na mais perfeita união de dois seres distintos, entrelaçando-nos em maravilhosa harmonia. (...)PS: Post impróprio do meio-dia. (o original virá está noite ou pela madrugada)
Amendo-boba
Cá estou, então, pela primeira vez, a escrever em um blog virtual. Desde muito sempre quis ter uma espécie de diário, não importando se manual ou virtual, mesmo. Acho que muito por filmes que já assisti e de certa forma, gostaria de poder me identificar, mas como não tinha o tal "diário-mágico-que-possibilita-minhas-viagens-espaço-temporais", ficava difícil. E hoje, voltando da universidade na minha magrela aro 8, ao glorioso som de Reptilia, decidi então, começar finalmente o trabalho (infelizmente terminável) de escrever diariamente coisas que me aconteceram de legal e pensamentos que me ocorreram. Comecemos então:
Querido diário eletrônico apagável com rapidez notável,
venho aqui hoje, perante ninguém mais além de arnica+mentol prestar meus depoimentos sobre o dia quinta-feira, 27 de março de 2008 (calendário cristão). O dia amanheceu difícil, para mim, mas a vontade de comer foi maior e me fez finalmente levantar da cama. Mãe e irmã já no sofá, vendo Los Migos, pego um copo de leite. (...) Depois de tanto, pego a bicicleta e parto pra universidade da vida, mais especificamente a pista de atletismo, onde tenho passado intermináveis tardes durante os últimos cinco anos de minha não-pacata vida. Acabo sentido uma dor irritante no calcanhar direito devido aos maltratos que a sapatilha azul me causou, sendo logicamente usada na prova errada; nesse caso, o salto em altura. O fato é que eu trouxe somente ela pra não ter que trazer a bolsa cujo esquecimento ocorria todos os dias, tendo alguém que me devolve-la no outro dia, o que felizmente aconteceu sempre, até agora. Fiquei super feliz com os treinos de hoje, pois corri no 5º furo pela primeira vez, esse ano. E não caí. Nem esfolei o joelho, nem torci o pé. Pra ficar melhor ainda, ela veio. Com toda a sultiliza do mundo, lança no ar o mais doce de todos os "ois" possíveis e imaginaveis. Foi realmente uma pena eu estar com fones de ouvido e não tê-lo realmente ouvido, mesmo sabendo que ele não era para mim, mas a imaginação basta. Fora que o olhar+sorriso incomparável já faz valer a pena. Lindo será o dia em que ela me notar. (...)
Tento então comprar algo para comer, mas infelizmente os meus vales-refeição desapareceram como num passe de mágica, atormentando assim, minha pobre barriga que roncava como tio Werner nas noites geladas em Campo Alegre. Como um príncipe recém beijado e ainda livrando-se de todo o musgo, eis que o filósofo aparece com a salvação: uma velha nota de $5. Barriga satisfeita e nada a comentar, volto eu à doce magrela, em direção ao palácio do descanço: a cadeira do computador. (...)
(Outra dúvida que sempre me espantou foi a de como terminar um dia no diário. Se com palavras do que faria em seguida, como escovar os dentes, tomar o doce banho de águas gélidas, ou apenas se jogar pro lado e esperar a vassoura da diarista esfregar-lhe a cara. Mas como eu sou tradicionalista (ou não), farei da tua a nossa vontade)Já é quase amanhã e se o dia de amanhã começar antes mesmo de eu terminar o meu primeiro post, de nada terá adiantado, certo ? Pois estaria comentando sobre um dia que já se passou, o que seria incorreto, tendo em vista que pretendo escrever coisas do dia atual (já que minha memória não é tão boa como costumava ser. Eu culpo a Beatriz) e não do dia anterior. Sendo assim, despeço-me com apenas quatro minutos para o amanhã.
Cuidem-se e lembrem-se sempre de sorrir!
Querido diário eletrônico apagável com rapidez notável,
venho aqui hoje, perante ninguém mais além de arnica+mentol prestar meus depoimentos sobre o dia quinta-feira, 27 de março de 2008 (calendário cristão). O dia amanheceu difícil, para mim, mas a vontade de comer foi maior e me fez finalmente levantar da cama. Mãe e irmã já no sofá, vendo Los Migos, pego um copo de leite. (...) Depois de tanto, pego a bicicleta e parto pra universidade da vida, mais especificamente a pista de atletismo, onde tenho passado intermináveis tardes durante os últimos cinco anos de minha não-pacata vida. Acabo sentido uma dor irritante no calcanhar direito devido aos maltratos que a sapatilha azul me causou, sendo logicamente usada na prova errada; nesse caso, o salto em altura. O fato é que eu trouxe somente ela pra não ter que trazer a bolsa cujo esquecimento ocorria todos os dias, tendo alguém que me devolve-la no outro dia, o que felizmente aconteceu sempre, até agora. Fiquei super feliz com os treinos de hoje, pois corri no 5º furo pela primeira vez, esse ano. E não caí. Nem esfolei o joelho, nem torci o pé. Pra ficar melhor ainda, ela veio. Com toda a sultiliza do mundo, lança no ar o mais doce de todos os "ois" possíveis e imaginaveis. Foi realmente uma pena eu estar com fones de ouvido e não tê-lo realmente ouvido, mesmo sabendo que ele não era para mim, mas a imaginação basta. Fora que o olhar+sorriso incomparável já faz valer a pena. Lindo será o dia em que ela me notar. (...)
Tento então comprar algo para comer, mas infelizmente os meus vales-refeição desapareceram como num passe de mágica, atormentando assim, minha pobre barriga que roncava como tio Werner nas noites geladas em Campo Alegre. Como um príncipe recém beijado e ainda livrando-se de todo o musgo, eis que o filósofo aparece com a salvação: uma velha nota de $5. Barriga satisfeita e nada a comentar, volto eu à doce magrela, em direção ao palácio do descanço: a cadeira do computador. (...)
(Outra dúvida que sempre me espantou foi a de como terminar um dia no diário. Se com palavras do que faria em seguida, como escovar os dentes, tomar o doce banho de águas gélidas, ou apenas se jogar pro lado e esperar a vassoura da diarista esfregar-lhe a cara. Mas como eu sou tradicionalista (ou não), farei da tua a nossa vontade)Já é quase amanhã e se o dia de amanhã começar antes mesmo de eu terminar o meu primeiro post, de nada terá adiantado, certo ? Pois estaria comentando sobre um dia que já se passou, o que seria incorreto, tendo em vista que pretendo escrever coisas do dia atual (já que minha memória não é tão boa como costumava ser. Eu culpo a Beatriz) e não do dia anterior. Sendo assim, despeço-me com apenas quatro minutos para o amanhã.
Cuidem-se e lembrem-se sempre de sorrir!
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